7 de abr de 2009

FALHANDO ALGUAS TELAS ...

Tente ler este textículo abaixo:

"aro Fernando, algua noidade da Leia 3 na &H ? E eu últio ontato o eles, apenas e indiara ara faer hegar até a &H o equipaento, ainda que já pela segunda ez, onde esmo assi, faria a troa. Atualie-e disto assi que for possíel, ORIGADO!"

NA VERDADE, ERA PRÁ SAIR ASSIM:

"Caro Fernando, alguma novidade da Leica M3 na B&H ? Em meu último contato com eles, apenas me indicaram para fazer chegar até a B&H o equipamento, ainda que já pela segunda vez, onde mesmo assim, fariam a troca. Atualize-me disto assim que for possível, OBRIGADO!"

Eis que meu FANTÁSTICO teclado Microsoft´s Natural Keyboard, comprado em uma inacreditável operação de Leasing com o Banco Itaú nos idos de 1989 e, PASMEM, funcionando diária, infalível e excelentemente bem até meia hora atrás, deu prá não querer mais registrar algumas das teclas...

O curisoso, é que eu teclava o texto normalmente e, apenas quando conferia no monitor, é que o observava todo truncado, duvidando de pronto de minhas medíocres habilidades datilográficas... quando começei a preceber um certo, digamos assim, padrão de erro recorrente, pois do textículo acima, sumiam as seguintes letras, confira:

Z X C V B

Curiosamente, no teclado padrão QWERTY (que como deve ter percebido, são as 06 primeiras teclas de cima prá baixo, da esquerda prá direita), Z, X, C, V, B são vizinhas, morando eternamente no canto inferior esquerdo do teclado, o que me fez pensar num "endereçamento" do problema.

Existem outros padrões de organização físicva das letras em um teclado de digitação:

Além do QWERTY, existente desde o final do Séc. XIX, existe o elegante Dvorák, que leva o sobrenome de seu autor.

A Kinesis Corporation fabrica um belíssimo, esse aí de cima, um dos 25 produtos que não vivemos sem ele da PC MAGAZINE (a bíblia dos tecnonerds) tem design ergonômico vários níveis superior ao teclado da própria Microsoft (o Natural Keyboard) e, segundo afirmam seus usuários, causando menos fadiga (LEGAL ISSO!) e permitindo uma digitação mais rápida (GRANDE PORCARÍA...).

Eu tenho uma história engraçada com essa Kinesis... Escrevi prá eles na gringa, prá tentar comprar um, do modelo Contoured e O PRÓPRIO DONO me enviou uma correspondencia, com as possibilidades de compra e envio... Esses americanos... Não apenas ensinaram o mundo a vendewr, como vendem prá todo o mundo!

(Não o comprei: Montei a empresa enquanto estudante de arquitetura e o Kinesis Contoured era caro pra mim, na época e mesmo o Natural Keyboard, custava 5X mais, mas veja a vantagem: Lá se vão VINTE ANOS DE USO CONTÍNUO!!! )

Gênio indomável (ou sería simplesmente ESTÚPIDO?), já fui craneando de como os pulsos microeletrônicos viajavam pelo cabo de conexão, imaginando que alguns dos pinos metálicos que se conectavam no plug PS-2 apropriado atrás da torre do PC, estivessem oxidados, tortos ou simplesmente sem contato.

NADA.

Coloquei um pequeno adpatador PS-2~USB.

NADA..

Desliguei o equipamento, religando-o.

NADA...

Troquei de teclado, por um ordinário.

TUDO !

Hmmmm... Táli Coisa, Coizi Táli... Eis que me vejo pegando com minhas duas mãos o teclado pelas bordas, golpeando-o por sobre a mesa gigante revestida com bagum preto... de onde começam a pousar seres estranhos, partículas, filamentos e alguns estranhíssimos nano-pedaçõs de plástico transparente, detrito que deve ter se aninhado em algum momento não sabido por entre as ruas dos edifícios teclas...


Prá meu espanto... Eis-me, cá,
datilografando normalmente! ;)


Então, agora já sabem:

Se falhar algumas letras ou teclas, vire seu teclado de ponta-cabeça e golpeie-o suavemente sobre uma superfície macia, um pano por exemplo, aplicando inclusive uma leve torção, como se fosse desembrulhar um bombom Sonho-de-Valsa (
que aliás, mudaram a receita original, de um creme de nozes, tipo xerém, virou um torrão desgraçado de puro açucar)...

E um paninho úmido de vez em quando, por favor, pois as teclas podem -inclusive- ser aspiradas e mesmo retiradas uma-a-uma, sazonalmente.

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Capriche. Não curto Anônimos, mas costumo perdoar os Covardes. (Às vezes, me sinto covarde, então...)