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29 de mai. de 2013

A jornalista Cristina Aline Schlosser, me entrevista

Qual o título da palestra aos alunos da UNIPAR CASCAVEL?
A DESCONSTRUÇÂO DO DESIGN

Quais foram os principais tópicos abordados ?
As grandiosas e impactantes mudanças sociais, iniciadas nos Anos 6O, que ficaram mais conhecidas como a "Revolução dos Costumes".

Elas aconteceram. NÂO por que uma geração queria re-evolucionar (no sentido de evoluir mais uma vez), mas por que todas as famíias, já naquela ocasião, eram outras, distintas da geração anterior, de um modo inegociável, propício, portanto, à uma grande ruptura.

E nunca é o mundo, quem muda. O que denominamos de "mundo", é apenas um ente abstrato, uma linguagem figurada, que inventamos apenas para tentarmos organizar escala planetária e, assim, "fingirmos que entendemos" um todo, um "algo" bem maior, do que nossas medidas, as quais, pelas rotinas, são de pequena escala, diriamos, "locais".

Quem muda o mundo, na realidade, são as próprias pessoas do mundo.

E às vezes, mudanças ocorrem de forma isolada, porém, simultãnea.


Tão logo mais e mais pessoas percebem um "modo melhor" de vida existencial, em alguns casos, aderimos às novidades, quase sem percebermos.
Entretanto, isto, do "nôvo",  é o próprio mecanismo da Evolução: É uma Lei da Natureza. 

Infelizmente, o Marketing e a Publicidade, entre outras "ciencias modernas", estudam profundamente esses mecanismos -com os quais já nascemos com eles-  e, muito subrepticiamente, nos manipulam estética e emocionalmente, de forma constante para nos fetichizar.

Os únicos intuitos do Marketing e da Publicidade? Fácil: O de nos transformar em meros consumidores, seja de produtos, alimentos industrializados ou serviços, não raro, itens que viveriamos toda um existencia, sem precisarmos deles. 

Se pensar que já fomos "Nômades" em 99% de nossas existências na Terra.
No 1% restante, experimentamos a vida como Súditos.
E depois, com o advento da Democracia, a condição de Cidadãos.
Hoje, em que nos tronamos? Consumidores. Em alguns casos, "Colaboradores".


Assim, abandonar esse "encargo" ( o de Cidadãos), para prossegurimos adiante, mas agora, na qualidade de "Consumidores", é um desastre, literalmente, "ambiental",  de proporções cósmicas. 


É fazermos nada, com o tudo que herdamos das mais diversificadas Civilizações.

Vou me utilizar de uma experiência pessoal, aqui:
Eu não tenho mais telefine celular, desde a "minha" gravidez, lá se vão cinco anos.
E em que esta decisão, aparentemente sem-sentido, teria arrasado a minha vida?
Em nada.
Ela apenas mudou, e o mais legal de tudo: Mudou para bem melhor.
Nestes quase 1.500 dias passados, eu continuo sendo convidado, achado, contatado, advertido, elogiado, parabenizado, despedido, contratado, xingado (amigos ligando), amado, exatamente como acontecia, de quanto eu tinha um celular..
Porém, estou vivendo uma rica experiencia, sem planos de telefonia, sem equipamentos novos, sem 0800, sem contas à pagar., sem cargas em baterias, sem atualziações, sem tecladinhos
E, é óbvio, com mais dinheiro no bolso, que pode ser canalizado para algo bem mais legal.

E tem um outro aspecto interssante, mas que poucos evaluam: Sem um fone celular, voce "se torna" muito mais educado, bem mais observador, fica mais sintetico e encara as coisas com mais objetividade. 


No que eu observo, a grande maioria das ligações que fazemos, se não são completamente inúteis, podem ser substituidas por outras estratégias de comunicação. Chegamos na Lua, com um computador de bordo que era uns 2% da potencia de qualquer celular. 

No hoje, não vamos sequer aos toillette, sem portarmos um destes nas mãos.
Ligamos para quem amamos prá dizer isto, poupando de dizermos quando ao vivo.
Nos ocupamos miseravelmente com tudo, para obtermos, rigorosamente, nada. 

E a grande bobagem da vez, agora, é esse tal do GPS...

Nossos cérebros são imensos, alias, são cofres fortes com o o inventariado da Humanidade, desde que nos percebemos como os mais adaptados. GPS é bom, mas só se voce é alguem que depende logistica urbana, e esse não é o caso de nenhum motorista de carro de passeio que conheça.

Agora, "consumidores", todos nós somos. Entretanto, consumir conscientemente, é para poucos, pois requer estudo, percepção, senso crítico e uma observação
atenta às multiplas realidades que nos cercam, todos os dias, o tempo todo,
pois só temos uma única vida. Seu momento, é o hoje, o que voce faz, agora.

Qual o objetivo desta tua discussão?
Especialmente, promover o renascimento da crítica.  Na nossa língua, essa é uma palavra feia, quase um palavrão. Por exemplo, "cri-cri", que não poucas pessoas se utilizam em suas falas, é um apelido de alerta para identificarmos "alguem que reclama com as coisas".

A palavra hifenizada, ela mesma, uma crítica,  é um resumo da própria palavra "crítica", com a primeira sílaba, que é tônica ("crí"), repetida duas vezes.

Entretanto, as origens gregas da palavra crítica, remontam à um tipo de re-conhecimento previo, ou seja, é uma fala de algo, dito por alguem, o qual conhece bem desse algo que está sendo falado.
 
Opinião, todos temos uma, seja do clima ou de uma aparência ou de aspectos.
Depois da opinião, vem o argumento, que é um tipo de fala que é mais profunda, pois exige reflexão para sua popria emissão.
No topo do pensamento humano, reside a crítica, e esta, está em falta. Quase me atreveria em inferir que se trata do propósito de muitos de nossos, digamos assim, "gestôres".
Basta observarmos as TVs, os jornais, as arquiteturas, os costumes, as músicas, a falsa religiosidade inundante... 


Sem termos critica, desandamos sem rumo e dissolvemos todo os conteudos.
As coisas ficam todas em um mesmo plano, e isso, em se tratando da Vida, é impossivel. Sem a crítica, nos tornamos rasos demais, binários demais, previsíveis demais ou seja:
Nos tornamos tudo ,do exatamente de como um Ser Humano não o é.

Outras tres, das varias formas de pensarmos e exprimirmos, é a divagação, a associação de idéias e o nada. O nada, é mais dificil, pois somos latinos, e latinos são "over" em tudo. 

Veja com atenção os lotes urbanos: Não importa se é uma favela ou mansão, nós brasileiros ocupamos 80%, 90% do espaço livre disponivel, construindo. Fazemos isto, pois não toleramos o "vazio"

Entendemos um espaço não ocupado, como "perda" e, daí assim, perderemos de fato qualidades formidáveis, seja nas vistas, nas continuidades da pasiagem, na percepção do ambiente, nas brisas, no potencial humano, na insolação.
Na visão das estrelas, da Lua (alias, nos fomos lá, por que ela estava lá) dos percursos solares, do jato que passa cintilando alto no céu noturno, nas chuvas...
Coisas simples, existenciais,  das quais, para a maoria, "quando eu ficar rico", e, em ficando, tentarão recuperar quase em desespero.
Mas na média, ainda que re-mediado, continuaremos os mesmos!

Qual a importância do contato mais específico com esse tema, para os futuros profissionais da Moda?
A moda não mais existe , de como a conheciamos tem 20 anos.
As origens dessa palavra, está em "molde", que é algo mole, que se
ajusta às necessidades  uma forma, de algo pré-existente, uma "fôrma".
Quando dizemos "moda", é dizer "da forma de", ou "do modo de".


Os primeiro hominídeos que cobriram seus corpos, nas várias Eras do Gelo pelas quais já enfrentamos, em primeiro lugar, estavam propiciando uma "arquitetura de vestir".
Ou seja era um abrigo, só que portátil. 

Ainda hoje em dia, fala-se muito no tal de "Homem das
Cavernas". Pois bem, aqui vão as novidades: Ele é só um mito que mora em livros escolares. Ele nunca existiu, realmente e por isto, eles não são os nossos Ascendentes. 

Cavernas, rarissimas, alias, eram abrigos temporarios, como se fosse uma espécie de um pic-nic prolongado ou um acampamento estratégico.
Note que o nosso design, é claramente orientado ao ato exploratorio: Podemos caminhar de Cascavel á Foz, à pé, sem muitos danos decorrentes, pelo contrário! Enxergamos muito bem em dia claro, quase 40km adiante, podemos tomar chuvas e vento, nossos olhos se adaptam ao escuro e somos bastante resistentes, quando em grupo.


Se realmente fossemos todos descendentes dos tais "homens das cavernas", nunca,
em momento algum de nossas evoluções neste planeta, usariamos roupas ou projetariamos nossas arquiteturas. 


Nem música criariamos, muito menos a fala, a qual, somada com nossa habilidade manual, nos permitiu ferramental de uso e desenvolvemos a habilidade do desenho.
Esses desnhos, combinamos como signos, as nossas primeiras letras identificáveis..
Sedentarismo, como é no caso do Homem das Cavernas, é algo que exportamos para o Passado, à revelía destes nossos valentes ancestrais.


Eles não paravam quietos, pois, se assim nao o fossem, a Mamâe Natureza os aniquilava, rapidamente, bastando apenas uma estiagem mais prolongada ou severa.

Somos descendentes de andarilhos. De Nõmades. A especialização de nossas habilidades, multiplicou por cada novo individuo nascido, e assim, criamos civilização. E a moda, no meio.

Entretanto, para 2013, houve uma ruptura, um retorno ás origens: Antes, o entendimento geral apenas as "maisons" (não por acaso, as griffes se denominam "casas", o que dá à entender um isolamento das realidades cotidianas) produzem de cima para baixo.  Até inventamos o termo "alta costura", prá dizermos de um lugar.

Mas, o que observamos, é que as ruas é que ditam o grosso das necessidades.
Seria uma Baixa Costura?
Eu infiro que, com essa quantidade formidavel de mentes privilegiadas, pensando e fazendo a "Moda", ficarei feliz com o dia em que teremos uma nova classe de Alfaiates, produzindo roupas pernsonalizdas, para uma única pessoa.


Como, aliás, já é o caso de varias pessoas, incluindo eu mesmo: 3O% de meu guarda-roupas, é de peças costuradas à mão, em trajes elaborados levando em conta o design especifico do meu corpo atual.
É um estoque de roupas apropriadas às minhas necessidades profissionais, familiares, esteticas, existenciais e, claro, históricas. 


Somos seres memoriais, todos nós. 


E, Dinheiro, que dizem ser o Tempo (só que não...) é mais como uma energia, é um recurso, escasso e raro. Mas que tem que circular.

Então, com a concentração, pode-se, sim,  amealhar fortunas, mas é nítido que são poucos aqueles que conseguem viver bem. talvez, esquecem de suas memórias, implantando outras.

Aparentemente, alguns de nós não possuimos a capacidade de avaliarmos as escalas e as proporções das coisas, e,  a nossa "natureza", pode achar que temos pouco, mesmo tendo muito. 

É aqui nesse momento, que o marketing pode e vai- nos seduzir, em direção, por exemplo, ao que não somos, nem precisamos ter, exibir, guardar ou possuirmos

A moda, por focar em pessoas no final, deve ser, portanto, um ente responsável.

Ele deve focar na busca de um mundo mais equilibrado, pois só temos essa única "maison" para existirmos, porém, a quantidade de pessoas dentro dela, só aumenta.
Estamos nos rumos certos, nas nossas aspirações existenciais?


Ou a vida só serve como vida, se for só para ganharmos dinheiro?

E a arte, onde fica em tudo isto? 

Deixaremos que os europeus, os orientais e os norte-americanos, que realmente a valorizam e investem pesado em seus artistas e criadores, cuidem e floresçam com elas?

A realidade brasileira, no campo do estético, é que este país é hostil não somente às Artes, mas também aos Artistas e aos seus Criadores. 

Somos, agora, a 6a. Economia do Planeta Terra. SEXTA!
E, para o que?
Para vendermos carros que serão sucatas em 10 anos, alimentos naturais e commodities?
 

Em 20 anos, seremos um paradoxo: Riquissimos materiais, mas com uma pobreza existencial de proporções continentais.

Por sorte, ainda estamos com tempo, para revertermos esse cenario pobre, raso e previsivel.

Seja escolhendo atuar menos como Consumidores, e mais, enquanto Cidadãos.

Seja desarmando a armadilha, da qual nós mesmos deixamos que nos peguem.

É apenas uma questão de escolha.

Alias, como em tudo, na vida.

.

20 de ago. de 2007

Minox DCC Digital Classic Camera Leica M3


Minox DCC Digital Classic Camera Leica M3
WOAW! Foi a primeira impressão que tive, ao vislumbrar a surpresa que a antiga fabricante alemã havia preparado para a virada do século, ao miniaturizar a vintage Minox DCC Digital Classic Camera Leica M3 reduzida à um terço da escala, alimentada com microfilmes 16mm em película formato 8X11, revelação C-41 feita somente via Correios.

Famosa pelas spy-cams da Guerra Fria (é clichet e sempre tem um filme com cenas assim: Um cara secreto invade algum arquivo secreto n´alguma edificação secreta intransponível -ou quase- e saca do bolso secreto interno do paletó uma secreta Minox, fotografando -ARRÁáH!- plantas secretas! ) a Minox, na contra-mão do mundo digital, lançou com enorme sucesso esses nano-mimos do design, verdadeiro fetiche, digamos, quase-erótico, verificável entre 9 de 10 bons fotógrafos.

A Leica M III propriamente dita, a de filmes 35mm, veio ao mundo em 1954, tendo sido produzidas mais de 200.000 unidades até a última camera alemã entregue em 1968 e o ´grande segredo´ da sua quase incompreensível limpidez nas suas lentes polidas à mão tem berço e... nem é tão secreto assim: O seu designer, Ernst Leitz, prosperou fabricando microscópios, daí tendo surgida a lenda e criado-se o mito de seu impressionante DNA ÓPTICO, algo bem próximo do infalível.

WOAW! This was my first organic response/impressions when I realized a bit more about this big surprise from the old german factory built, to comemorate it is entries on XXI Century, miniaturizing the famous Leica M3 35mm Vintage about 1/3 of the scale. The first Minox succesfully miniaturzation works with the famous 8X11 films, also knowed as "half 16mm" cinema film. In fact, the 8X11, largely used on the pré-war Fit subminiature cameras, is a 16mm cutted in the middle, without the tracks. On Fit cameras, the film is curled as a diploma.

Minox is much more known as a SPY-CAMS manufacturer. On Cold War times, in real life or in dozen movies about it, ten in ten spy personnel invading some secret plant, carving som e secret file, inside a secret building, getting out the pocket a secret cam to take tpictures of a.. SECRET PLAN! The geraman manufacturer, against the next big world digital tide, launch this nano fetichist jewell, almost erotic, to Connaiseurs, not the whole public.

The Leica M-3 itself, the one wich works with "classical" 35mm film, come in this world in 1954 and 200,000 units of them was made till the last one in 1968. The "Secret Sauce" from it is almost unspeakeable and in a mist of mystery cleaness about his hand polished lenses has an answer and, if you know much more about the factory, it is not a so secret thing, watch out: His designer, Herr Ernst Leitz, it becomes healthy as a industrious man buildiong.. MICROSCOPES! It is from this statement tha the Leica legend born, wich explain the luminosity of it is glasses.

HEY! Credits all of mine, please, I will send you my bank account number to you, nice guy, make this... ;)


Ah! Por sinal, seja decente uma vez na vida, íntegro, honesto, ético e bacana: Agora voce tem o argumento, preciso como um míssil alemão, do por quê do mito Leica: É que ela nasceu muito mais como sendo um instrumento científico, do que uma câmera fotográfica. Créditos? Aqui: LondonCallingz. Minha C/C? Envio dados breve... :D


Sensualidades reprimidas à parte entre comuns mortais, Sebastião Salgado registra os seus impactantes ensaios com uma, original.

The world famous brazilian photographer, Mr. Sebastiao Salgado carry a lot of Leicas inside his luggage.



O velho mestre Henri Cartier-Bresson esmerilhou as poucas de suas Leicas ao limite, consta que a sua camera predileta, ainda (r)existe.

The creator of the "Decisive Moment" concept, Monsieur Henry-Cartier Bresson is a Leica devorater, using a dozen of them in his life as a unique photographer.


Pressentindo a ameaça do iminente tsunami digital, a fábrica, situada ao norte de Frankfurt e próxima de Bonn, surpreende mais uma vez o mundo dos escribas da luz, anunciando a mesmíssima miniatura da sua DCC Leica M3, agora em pixels, modestos 1.0Mb encontrados em muitos fones celulares mas convenhamos: Uma Leica...É uma Leica !


Evidentemente, se o que o fotógrafo procura é um equipamento refinado, não será essa miniatura lindíssima e sedutora que vai atender suas necessidades (para isto a Leica -não a Minox- tem a excelente V-LUX1 e seus pornográficos 10Mb com lentes de 14 elementos em 10 grupos, límpidas de fazer chorar), pois o fetiche de colecionável ou só adquirível supera a razão, em busca da emoção.

Pois o melhor, dos muuuitos press-releases que eu já lí por aí para o lançamento de um equipamento qualquer, é a definição de fábrica, do que vem á ser uma Leica M3 dessas: UM NOTEBOOK DIGITAL!

Nós brasileiros, quando pronunciamos ´notebook´, o fazemos com uma certa... hmmm, pompa e circunstância, quase como algo que nos diferencia da escumalha-padrão ou a.) por termos um ou b.) ao menos sabermos do que se trata uma néotraquitana informática dessas.

Notebook, caros mortaes, trata-se de C-A-D-E-R-N-O em inglês, isso mesmo! Livro de notas e, o que a MINOX conseguiu com esse fetiche, foi justamente alimentar os consumidores ( e aos fazedores de imagens ) com um gadget à altura (talvez num nível ainda mais elevado), onde menos é mais: Nada de tralhas adicionais, às quais, se existentes, voce as usaria uns 10%, se muito, lembre-se do seu PC e do desktop aí do dia-a-dia, entulhado com inutilidades às centenas...

Feellings about the digital tsunami eclodiong in the world beaches of photo, the factory at north of Frankfurt an near Bonn, announces one more time to the light scribers of the World the same subminiature camera, but now, whearing Pixel stuffs... Yes, only and poor 1.0 Mp, most cell phones are strongger, but a Leica... IS a Leica!

Of course, if the photographer wants refinement and wants a work tool, this seductive
subminiature DO NOT works. To fit this, Leica itself ( not Minox ) built the powerfull 10Mp V-LUX1 Camera equipped with pornographic 14 gang-bang elements in 10 Lenses Groups, you feel reazons to starts to cry about it. For instance, on Minox Gadget, the main reason is showed in capital letters on the motto of the miniature: A DIGITAL NOTEBOOK, indeed.OK, just to make silly justice on this: a NANO-SUB notebook... ;)


Nada de cartões Sandisk, sem Flash (OK: Eles tem um bem legal, das antigas, redondinho como nas Rolleiflex dos jornalistas que usavam chapéu com um cartão escrito PRESS enfiado no sutache...), foco em duas posições (Meio Perto e Bem Longe o que, convenhamos, não tem erro...), paralaxe dos Sete Infernos, onde só lá pela quinquagésima oitava foto voce aprende a ver o que está no visor pela mini-ótica, deslocada à extrema esquerda quase saltando fora do case em pouco mais de 3mm de diâmetro, menor que muitas fechaduras.

A(s) lente(s) equivale(m) ao bom e velho formato próximo ao do olho humano, descoberto pelos japoneses: 48mm; Abertura em f:2.8; Armazena 99 imagens em 24bits com 2048x1536 pixels e, o mais incrível: Quem ´lê´ a cena enquadrada não é um sensor de bits, mas sim um grupo único de 5 elementos óticos fixos, usinadas com vidro polido à boné: ArRÁh! UMA CÂMERA-CÂMERA DE VERDADE!

A minha veio equipada com mais-que-suficientes 4.0 Mp, permite mini-posters de 350mm de largura, coisa que nunca vou imprimir -acho- pelos próximos 50 anos. Para isto, tenho minha Canon AE-1 carregados com Ektachrome, macacos me mordam! (como é isso em inglês? Como fica uma mordida dessas, depois de feita pelos tais?)

The M3 camera comes with zero/nothing/niet/nada features: There are NO cards. NO lcd screen on back, but a two digi counter ( I wonderer: FOR WHAT someone wants to see what his gets... IF WAS HIM ITSELF WHOSE MADE IT THE CLICK? ). NO strap. NO leather case. NO flash. ( Ok, it has one, a vintage old pressman like, chromed parabollic Rolleiflex style, with, yes, nano hot shoe, but, come on... ); And you will need the first 30 or maybe 50 photos to find the correct position of the lenses, to compesate a little and delicious parallaxis, the difference that exists in the image that enter the lenses, compared with the almost pinhole visor at top left on the back of the camera. The lenses is simmilar to the human eye curvature (thanks to the japaneses of Canon), yes, is 48mm with f:2.8 aperture ! 99 (ninety-nine!) 24bits images in 2048x1536 pixels can be containnered inside it and the most uncroyable: ALL IMAGES ARE READ BY GLASS! Yes, it lenses have a solely group of 05 fixed elements, at least, a cemera-camera in real !

The little jewell of mine comes with ENOUGH 4.0Mp and run printed posters 350mm high later at the photo lab, but for this prints, I used my Canon AE-1 35mm "classic"



Assanhado que só vendo, armei-me de Paquímetro, Couro Camurça, Estilete com lâmina nova, Régua de aço e elaborei um case Classudo & Único, inspirado no da Canon AE-1, vestiu como uma luva, quem diria, eu, de seleiro! ...Tá legal: Ficou torto num das arestas, mas ainda ficou Classudão. Tem vaciladas em cola-de-contato, na base. Mas é Único, vai. Cortei meio ruim onde caberia o display do Counter View e botão ON. Mas, ó! Meu case ficou BEM bacana, EU JURO !

Essa mesma Minox DCC Digital Classic Camera Leica M3 já está sendo fabricada à 5.0Mp com telinha colorida de LCD atrás, prá mim, uma bobagem sem tamanho da era digital: É como curtir núpcias na Limousine, antes do Casório, mas com essa escumalha desesperada em satisfação imediata, deslumbrada quais bons e sempre irredutíveis caipiras... talvez valha o relativamente pouco e baixo investimento.

Coisa aí de uns R$600. Devo encomendar mais uma, em muito breve;
Serve como WebCam à 320x240@10fps, o dia que eu souber configurá-la;
L
evo-a até ao Cinema, mas acho que preciso me tocar duns tróços... ;)

Na sequência, algumas provas de visão da criança, sem passar pelo
Photoshop (
caberia uma esquentadinha nelas):
EU RICOMÊINDU !

Inspired a lot, happy as a child just before crush the beauty squared can package out, I take my Canon AE-1 Leather case, to serves as a model... Than,m with a paquimeter, take notes about every little dimension of this Litle Jewell... and, yes, like an authentic Leatherman, starts to cut nobuk soft leather to make my own case! FITS LIKE A GLOVE! Uh... OK, drops of glue slit out here and there. But looks Classy! And... well, i cut a piece out of line, here and there... But looks Noble! And... uh... The duo-digi counter, is almost covered by a lack of precisement there, in the hoke, but... C´MON, MY CASE IS COOL, I SWARE !... ;)

This same gadget exists also at 5.0Mp and, yes, with everywhere LCD backscreen, for me, the most sully and stupid thing on the universe of digital photography. People that I know, including myself, KNOWS what is going on, when a cemara is the main tooll in that optic moments... LCD´s was like make sex on the Limmo, after be married with a lovely gal... But in a Fast Foof society like this... Well, do not worry about it...

It costs about U$300; I will by another one for me, WITHOUT the LCD, Yup? Serves as a WebCam with 320x240@10fps, in the day that I wonderer how to configure it ( I will NEVER use this as a webcam...) I bring it EVERYWHERE, even at the Movie Theaters! (Ok, I need some hints about this odd behaviour).

On next shots, ( and in all others images taken here and in most photos at the BLOGSPOT´s links at right ) ýou will see what this diabolic seductive sexiest nano gadget can do, to an eye wich like to see the surrounded Worls of an ordinnary brazilian person like me.

HOPE YOU ENJOY IT!










COPYRIGHT: Christian Steagall-Condé

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24 de jul. de 2007

TAM VÔO JJ 3054 AIRBUS A320 POA/CGN


TAM VÔO 3054
( TAM FLIGHT JJ 3054 POA CGN AIRBUS A320 PLANE CRASH on 07/16/2007: Thrust reverser ? )


REVERSOR DE TURBINA DO A320. Como Funciona? À julgar pelo quase pleno entendimento de um tsunami de letrinhas no código acima significam, já estamos em pleno Séc.XXI, mas com todo esse aero-jargão em voga nesses dias, não pude evitar um PQP !!! Explodiu um avião dos GRAAANDES em Congonhas !

Em que pese o bizarro tráfego de informações especulativas após um incidente trágico desses (normal e saudável pois ficamos TODOS sedentos de informação), eis que o ator principal de uma tragédia encenada dez anos atrás com 99 mortos na queda de um FOKKER 100 da TAM em 1996, decolando do mesmíssimo Congonhas, é sugerido no hall de suspeitas: REVERSOR DA TURBINA.

Pensei bizarrias outras: Os quase 200 mortos são ´anônimos´, o que não significa que devemos atenuar a tragédia. Se um ´famoso´ morresse, como a população e imprensa encarariam o fato?
Mamonas Assassinas Revival ?
E por quê, MEU DEUS, os quase 200 assentos não podem estar LOTADOS de políticos conhecidos ? Ou cair no Congresso ? De todo modo, eu choraria pela perda da Tripulação... Voltando ao tema:

O que é esse tal de Reversor da Turbina e como FUNCIONA um Reversor ?

Em inglês, o nome é thrust reverser e, no evitar das dúvidas que envolvem esse dispositivo, seguem dois infográficos, envolvendo também o fabricante das turbinas do FOKKER 100 ( Rolls-Royce TAI650 ) e do AIRBUS A320 do Vôo 3054 ( IAE V2500, joint venture da Pratt-Whitney com outras grandes aviônicas do ramo, como a General Electric ), ampliando o conhecimento específico dentro deste tema, no últimos dias, controverso.

Logo mais abaixo, apresento-lhe o Reversor da Turbina do FOKKER 100, lembrando que o ar é um fluído, assim como a água, então, no design deste dispositivo, a turbina inglesa utilizada pela fábrica holandesa patenteou um curioso sistema de ´pétalas´, mais ou menos como quando colocamos uma de nossas mãos prá fora de um carro em alta velocidade, onde sentindo a resistência ( e a existência do invisível! ) do chamado ´vento´.

Há dez anos, essas Duas Pétalas dispararam e abriram subitamente em pleno vôo sem serem solicitadas, disparando alarmes na cabine logo após o recolhimento do trem-de-pouso do FOKKER 100 Vôo 402 da TAM ( Fokker 100 Flight 402 crash down near CGN in 1996: Thrust reverser deployed after departure ), descontrolando-o e derrubando o aparelho sem a menor chance de comando possível, uma vez que o reversor da turbina funcionou criminosamente durante a primeira, da segunda mais crítica das manobras aéreas: A Decolagem.

A segunda das manobras aéreas e a primeira mais crítica? O Pouso.



REVERSOR DA TURBINA DO FOKKER 100
A turbina TAI650 feita pela Rolls-Royce fica acima da
asa, na linha das janelas,
próxima ao início da área do leme na
cauda, instalada em dupla na fuselagem
e nesse sistema, 100% do fluxo vindo de dentro das turbinas é redirecionado.

CLIQUE NA IMAGEM ou ANALISE ESTE INFOGRÁFICO NO ORIGINAL EM:
http://www.coroflot.com/public/individual_file.asp?from_url=true&portfolio
_id=592078&individual_id=117258&sort_by=1&


Logo mais abaixo, eis o Reversor da Turbina do A320 , a V2500 feita pela IAE, usando a comparação anterior com a água (o ar é um fluído), no design deste equipamento a turbina norte-americana instalada pela montadora francesa patenteou um sistema de válvulas, mais ou menos como são as comportas de nossas hidrelétricas, desviando o fluxo em outra direção.

Essas ´comportas em miniatura´ servem auxiliarmente como são nossos freios-de-mão num carro, podendo até mesmo movimentar as 27 toneladas da aeronave em marcha-á-ré num taxiamento feito ao nível do solo, manobra terminantemente proibida nos manuais da Airbus.

De todo modo, a tragédia em São Paulo parece -até o momento- estar ligada mais às condições físicas da pista e da meteorologia dramática de uma região sub-tropical no instante do pouso e não ao reversor da turbina, o tal de, agora voce já sabe, Thrust Reverser.

Pensando das multiplicidades, os ferroviários das antigas tinham um ditado sinistro: ´´Acidentes sempre vem em três´´. Profunda sabedoria, sem computador algum.

No mais, o A320 prefixo PR-MBK sinistrado estava´pinado´ no jargão dos aeronautas ou seja, voando com o reversor da turbina lacrado, procedimento considerado normal pela montadora multinacional com sede francesa, mas, especulando, bem que fez falta.

E tem mais: o apelido de Congonhas entre pilotos é de PORTA-AVIÕES: Fica bem alto acima do nível do ´´chão´´, a Pista é bem curta, quando chove o Deck fica escorragadio e é rodeado por um MAR de prédinhos, casas apertadas sem recuo, gente e tráfego urbano pesado, impensáveis em sua inauguração, fruto da falta de planejamento de décadas.

Como informação sempre é bom, confira as diferenças de uma, das mais de 140.000 peças de um monstrão desses, dá até prá voce discutir mais o assunto REVERSOR DA TURBINA ( Thrust reverser A320 ) com seus conhecidos, confira:



REVERSOR DA TURBINA DO AIRBUS A320
A turbina V2500 feita pela IAE fica aparafusada abaixo da
linha da asa
e funciona como num secador de cabelos que desviasse o sôpro mas,
nesse design, parte do fluxo segue por trás, sem desviar pelo reversor.


CONFIRA ESTE INFOGRÁFICO NO ORIGINAL EM:
http://www.coroflot.com/public/individual_file.asp?from_url=true&portfolio
_id=592080&individual_id=117258&sort_by=1&
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Airbus A320 thrust reverser
TAM FLIGHT JJ 3054 POA CGN PLANE CRASH on 07/16/2007
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UMA CURIOSIDADE: ASSISTIDA POR MEIO MUNDO, O POUSO DE UM AVIÃO
DA JETBLUE AIRLINES, NO AEROPORTO DE LOS ANGELES, ONDE O TREM-DE-
POUSO DIANTEIRO FICOU DESALINHADO E COMPLETAMENTE FORA DO EIXO,
O EQUIPAMENTO TAMBÉM É UM AIRBUS A320, IDÊNTICO AO PR-MBK VÔO 3054 :


FAÍSCAS SAINDO DO TREM-DE-POUSO DESALINHADO NO POUSO EM
LAX DO VÔO 292 DA JETBLUE AIRLINES; ESTA EMPRESA OPERA 286
VÔOS/DD E POSSUI CÊRCA DE 81 AERONAVES DO TIPO AIRBUS A320.


AIRBUS A330: 600 deles, voando pelo planeta Terra

O A330 é bastante similar à um equipamento A320, pois comunga da mesma concepção, mas embarca o dobro de passageiros (150...x...293 assentos) e com o triplo de peso (43...x...120 Toneladas).

A diferença crucial entre ambos, reside nas suas duas turbinas CF6-80E do A330-200 bem mais potentes, concebidas pela divisão aeronáutica da General Electric.

Essa nova configuração, permite às companhias acomodar adicionalmente, mais 14 passageiros e suas respectivas bagagens à bordo, ao custo médio de U$800, são mais U$11.200 por vôo, numa ponte aérea Rio-Paris, por exemplo.

São propulsores mais econômicos, o que permite que seus imensos tanques nas asas com 60m de envergadura, sejam abastecidos com menos gasolina, tornando a operacionalização completa do custo da aeronave mais modesta, comparando ao peso total de serviço, que um avião precisa para voar em segurança.

Em tese, decolando com menos combustível, ele fica mais leve e voa bem melhor, análogo em se viajar com um automóvel com menos "bagagem" à bordo, porém com o total de passageiros, diluindo o custo pelo maior número de bilhetes vendidos no vôo, de onde advém, em suma, o lucroi das empresas de aviação.

Tanta tecnologia, e ainde temos as mesmíssimas operacionalizações das ferrovias: A venda de uma cadeira, para o seu usufruto pessoal, durante a duração do trajeto, seja para onde for...



AF 447 da Air France A330-200 F-GZCP