22 de mai. de 2011

OSCAR NIEMMEYER, 102 ANOS, VIVO.

 
Não sei se são mesmo dele, essas PÉROLAS DE OSCAR NIEMMEYER (102 ANOS), que ele piou (tweeted).
Até por que, não gosto em quase nada de sua arquitetura cara, suntuosa e mausoléica, pois ele não constrói exatamente: 
Oscar niemmeyer ESCULPE. 
E como escultor, é um genio absoluto.
Entretanto,  gosto muito da pessoa que é o cara. 
Ainda mais, depois dessas escritas (supondo serem autênticas, OF COURSE).

CONFIRA:

- Ganhei um convite para ver o filme da Bruna Surfistinha. Esperava que fosse MESMO um filme sobre surf. Mas o filme é uma apologia ao baixo meretrícios e aos mais baixos instintos humanos.
Pelo menos rolou uns peitinhos.


- Meu médico me proibiu de tomar vinho todos os dias. Sorte que ele não falou nada sobre Smirnoff Ice.


- Fui convidado para ver o pessoal da Comédia em Pé. Só não vou porque minha artrite não deixa ficar em pé muito tempo.


- Esse humor da Zorra Total já era antigo quando eu era criança.


- Linda, eu não vou a museus. Eu CRIO museus. Quer ir Ver uns museus?

- Existem apenas dois segredos para manter a lucidez na minha idade: o primeiro é manter a memória em dia. O segundo eu não me lembro.

• - Ivete Sangalo me encomendou o primeiro trio elétrico de concreto armado do mundo. O pessoal aqui no escritório já apelidou de “Sangalão". A proposta inicial dela era fazer o "Sangalão" de madeira para ficar mais leve. Aí eu disse pra Ivete "Quer de madeira? chama um MARCENEIRO!".
• - Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá foi como criar um lindo vaso de flores pra vocês usarem como PINICO.


- Caro Sarney: ser imortal na Academia Brasileira de Letras é mole. Quero ver é tentar ser aqui fora!

- Nunca penso na morte, NUNCA. Vou deixar para pensar nisso quando tiver mais idade

- Perto de mim Justin Bieber ainda é um espermatozóide.

• - Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião. O de camburão seria mais adequado.
Na verdade quem projetou Brasília foi Lúcio Costa. Eu fiz uns prédios e avisei que aquela merda não ia dar certo. Sim, ela é aquele avião que não decola NUNCA.
Segundo a NASA, Brasília é inconfundível vista do espaço.

• - Duro admitir, mas atualmente Marcela Temer é o monumento mais comentado de Brasília.


- Todos ficam falando Zé Alencar é isso, Zé Alencar é aquilo. Mas quem fez Pilates e caminhou na praia hoje? EU!

- O frevo foi criado há 104 anos. Ou seja: só tive um ano de sossego desse pessoal pulando de guarda-chuvinha.

- Segredo da Longevidade: Não viva cada dia como se fosse o último. Viva como se fosse o primeiro.

- Na minha idade, a melhor coisa de acordar de madrugada para ir ao banheiro é ter acordado.


- Alguns homens melhoram depois dos 40. E eu mesmo só comecei a me sentir mais gato depois dos 90.

- Queria muito encontrar um emprego vitalício. Só pra garantir o futuro, sabe... Andei Comprando apostilas para Concurso do Banco do Brasil. Não quero viver de arquitetura o resto da vida.


- Foi-se o John Herbert, 81 anos. Essa molecada da área artística se acaba rápido demais.


- Só me arrependo de UMA coisa na vida: de não ter cuidado melhor da minha saúde para poder viver mais.


- São Paulo mostrou ao Brasil como se urbanizar com inteligência: basta fazer o exato contrário do que aconteceu lá.


- Fato: o meu edifício Copan aparece em 50% dos cartões postais de São Paulo. DE NADA.


- A quem interessar possa: eu NÃO estive presente na fundação de São Paulo há 457 anos. Na verdade eu não fui nem convidado.


- A vida é um BBB e eu quero ser o último a sair!

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13 de mai. de 2011

DEXTER MORGAN, Serial Killer

O mais sedutor serial killer do mundo, o legista especialista em sangue, Dexter Morgan, torna o estado norte-americano da Flórida, mais especificamente, Miami, num lugar mais aprazível de se morar, ao eliminar sistemático de pessoas muito, mas muito más que estiveram ao alcance -ou no caminho- de sua aterrorizante inteligência.
O intrigante personagem interpretado pelo ator (e felizmente perturbado?) de Michael C. Hall nos assusta -e nos fascina- devido à incrível, digamos assim, "semelhança" com nós mesmos.
Todos, sem exceção, portadores daquele obscuro Crocodilo Ancestral que habita a profundeza de nosso hipotálamos, um proto-cérebro rudimentar formado à milhões de anos, cuja monoordem motriz é: MATAR.

 E não é que alguém, mais especificamente, o artista SHAHED SYED de New Jersey, concebeu um impactante INFOGRÁFICO com a série de assassinatos dos assasinos seriais que Dexter mandou prás cucuias?

Delicie-se com as dúzias de presuntos fabricadas pelo bom pai de familia, o adorável e monstruoso Mr. Dexter Morgan:

4 de fev. de 2011

TIPUANAS AO FORNO


























O ano, era o de 1953.


A cidade, Londrina, no  Norte do Paraná.


O local, entorno imediato do pátio ferroviário.

Voce decerto não apreciaria um bom e verdejante lote vivo de 400 mudas de Sibipirunas (Caesalpinia peltophoroides), Tipuanas (Tipuana tipu), Ligustros (ligustros japonicum), Ipês Amarelos (Tabebuia chrysotricha) e  Grevíleas (Grevilea bankssi), todas elas, servidas assadas ao forno lento em pequenas doses individuais, por longos nove dias, numa especie de panela de pressão ambulante, quase uma autoclave lacrada vinda diretamente dos infernos.

Mas foi exatamente isto que ocorreu em um dos manifestos de carga da RVPSC, a ferrovia Rede de Viação Paraná-Santa Catarina, com um imenso lote que enchia quatro vagões FHD vindas especialmente de São Paulo.

As espécies eram do arboreto do alemão Johann Reckes, nas bordas dos campos de Santo Amaro, onde hoje uma ponte de concreto do Sistema Imigrantes rasga o bosque onde se situava suas então vastas propriedades.

A aquisição das exatas 400 mudas, uma quantidade verdadeiramente assombrosa, mas comum para o fornecedor que atendia calçcadas e parques de cidades inteiras, foi uma especificação do então arquiteto Carlos Cascaldi, em reuniões com seu irmão Rubens Cascaldi, João Santoro e o prefeito de então, Miltom Menezes, que apoiou a idéia, já que "a turma reclamava de muito sol e pouca sombra".

Quem me conta a história, sempre rindo muito, é Erich Kûnhlein, que fôra especialmente encarregado de recepcionar a valiosa carga viva vinda pelos trilhos.

Para sua surpresa e estarrrecimento, ao abrir as tramelas dos vagões, um bafo de grosso vapor e fumaça branca escapou pela pesada porta corrediça, enfim aberta...



Das quatroscentas árvores, cerca de metade havia sido completamente cozida, graças às trapalhadas sucessivas da própria ferrovia, que foi desengatando o vagão ao longo do percurso, multiplicando por dez vezes o tempo de viagem, estimado em um, dois dias, no máximo.

Ainda assim, duzentas mudas puderam sobreviver à fornalha de ferro sob o sol escaldante do longo percurso e foram imediatamente replantadas nas ruas, com quase nada de orientação, pois na Londrina de 1953, o alinhamento predial e as testadas eram inexistentes, o que dificultava a distribuição das futuras árvores em uma calçada central.

Dificuldade superada pelo jovem Kûnhlein, que resolveu o problema em cada uma das quadras, como hoje podemos obsefvar em qualquer alameda que se preze.















FOTO: YURI S ANDRADE

Já naquele ano, as Terras Vermelhas tiveram a sorte de poder contar com a visão de um arquiteto consciente, cuja proposição não apenas conferiria caráter aos arruamentos, com a adoção de diferentes espécimes por trechos especificados, como sua população ganharia de uma só tacada a generosa sombra, os belos visuais, as flores multicores e a marcação da passagem dos tempos, graças aos ciclos naturais desse belos espécimes.

Com o protocolo do Cidade Limpa vigindo no município, a hora da retomada de nosso caráter de bem receber, deve ser reposto em pauta, com um projeto de massiva rearborização e manejo planejado, devolvendo às pessoas que aqui vivem, convivem e nos visitam, o ambiente amistoso, cordial e bonito, que uma cidade como Londrina enseja.

Afinal, até mesmo as nossas árvores urbanas são "de fora", como todos nós um dia o fomos e que aqui encontraram um clima adequado para criarem raízes, se desenvolverem e produzirem suas belas flores e frutos.


Qualquer semelhança com as nossas próprias existências, nunca terá sido mera coincidência.

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16 de dez. de 2010

CAVALETES NA PRAÇA!

Chamamento para interessados em artes e em encontros culturais ao ar livre, nesse sabado agora, na Praça Tomi Nakagawa, 18/DEZ, das 14h às 19h, promoção minha com patrocínio da UNOPAR e apoio da UEL (chovendo, o evento vai para a plataforma do Museu Histórico).

É só levar materiais de desenho, que o papel kraft e os cavaletes, nós levamos!

19 de ago. de 2010

Katshushika HOKUSAI, é o cara!
















Considerando a época dessas ilustras, convenhamos! 
Esta acima (A Grande Onda de Kanagawa, da série As 36 Vistas do Fujii Yama, Fugaku Sanjū-Rokkei, 1823), em minha opinião, trata-se da mais espetacular obra-de-arte de todos os tempos.
Não me refiro à "obra-de-arte japonesa", mas obra-de-arte mundial, mesmo.

Afetados por um eurocentrismo infantil, frequentemente ficamos cegos diante do sublime.
Hokusai, com esse provável Tsunami no alto-mar do Oceano Pacífico (Tsu=porto, Nami+onda), tendo o distante Fujii Yama ao fundo, entrecortado sob um céu enegrecido, diz ao que veio.
Mas o título adicional real, OkiNami, também nos informa tratar-se de uma "onda grande", talvez e não necessariamente, um tsunami, do qual, com muita porpriedade, só é percebido à praia... Daí o termo "tsu" (porto).

Notar a sutileza das espumas, fantasma redivivo, a borrasca inclemente na superfície dramática do mar bravío, a onda gigante prestes à engolir dois barcos pesqueiros, garras brancas-azuis da morte, recurvadas e reproduzidos às centenas, como afiados fractais em direção às costas dos pescadores aterrorizados e firmemente atracados às frágeis embarcações costeiras.

Aliás, não é a toa que centenas de artistas gráficos e visuais em todo o mundo, se apropriam dessa cena sombría,  em suas diversas re-criações, mas com um sentido exatamente oposto, o da exuberância... Franceses tiveram contato com, olha que legal, embalagens de produtos japoneses, bem como em estadías em férias, no "oriente distante".

Como é que alguém pode reproduzir (Sōshū Chōshi, Hokusai, 1832-1834) um oceano bravío, tão preciso e "simples" assim?
À julgar pela tranquilidade do piloto á proa, de pé, trata-se de uma manobra de deslizamento sobre a onda, uma "surfada" providencial, afastando a embarcação dos ameaçadores rochedos ao fundo.
Outra canoa oceãnica idêntica, singrando em sentido contrário e bem próxima dali, parece sugerir que o local é bastante propício à pesca litorãnea do dia.

Essa cachoeira, acima quase pode-se ouvir á água escorrendo... A profunda intensidade dos azuis.... Ou esta, abaixo, com o singelo nome de "Cachoeira Onde Lin Tzu Lavou Seu Cavalo":

Delicadeza, ritmo, proporção, coerência...

O sexo, registrado como ele é: Intimidade, desejo, cumplicidade.
Qual casal que possua intimidades, não se deliciou um ao outro?
Qual mulher adulta e de bem com seu corpo, não se submeteu, passivamente?
Degradées simplesmente INIMAGINÁVEIS. Tanto no céu, quanto na terra...

A ponte, das várias que lançamos todos os dias, sobre os perigos que nos rondam...

Katshushika Hokusai, também é considerado o criador do Mangá, (MAN=humor, GA=grafismo, aproximadamente) literalmente, "caricatura" ou "desenho engraçado".
De 1814 à 1849, o artista concebeu uma coleção de 15 volumes, cujas características de traço, enfatizando o aspecto de seus ilustrados em cenas do contidiano, recebeu o nome de "Hokusai mangá" ou "desenhos engraçados de Hokusai".

Sem dúvida alguma, foi o cronista de sua época, trazendo-nos não somente aspectos amrcantes da vida urbana e rural japonesa, bem como uma estupenda técnica de xilogravura, onde as cores parecem flutuar.

"Uma Mulher Bonita".

Num mundo com tantos e tão caros softwares de renderização, Hokusai parece-se exatamente como um Deus Máximo da criação: Sua arte, exuberante e sintética, parece querer nos dizer que, desde sempre, a idéia, estará muito acima da técnica, onde esta, além de requerer conhecimento, pede simplicidade.

Se duvida disto, contemple as diversificadas produções do mestre japonês, realizadas à quase 200 anos e ainda moderna e impactantes, em plena Era Cibernética.

Finalizando, um autorretrato desse artista absolutamente origenial, contando com seus mais de 80 prolíficas primaveras japonesas...

Ele morreria, bem velhinho, dali a alguns anos, tendo produzido milhares de obras, hoje expostas em um elegante museu, que leva seu nome em Obara, Japão.

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Links:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Trinta_e_seis_vistas_do_monte_Fuji
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Grande_Onda_de_Kanagawa
http://www.culturajaponesa.com.br/htm/manga.html - Cristiane A. Sato

Bibliografia

  • Bayou, Hélène [2008], Hokusai, 1760-1849 : l'affolé de son art : d'Edmond de Goncourt à Norbert Lagane
  • Bibliothèque nationale de France [2008], Estampes japonaises : images d'un monde éphémère
  • Delay, Nelly [2004], L'estampe japonaise
  • Fleming, John [2006], Historia mundial del arte
  • Forrer, Matthi [1996], Hokusai
  • Guth, Christine [2009], Arte en el Japón Edo
  • Hartman Ford, Elise [2005], Frommer's Washington
  • Hillier, Jack [1970], Catalogue of the Japanese paintings and prints in the collection of Mr. & Mrs Richard P. Gale, Tomo II
  • Kobayashi, Tadashi [1997], Ukiyo-e : an introduction to Japanese woodblock prints
  • Lane, Richard [1962], L'Estampe japonaise
  • Nagata, Seiji [1999], Hokusai : Genius of the Japanese Ukiyo-e
  • Sueur-hermel, Valérie [2009], Henri Rivière : entre impressionnisme japonisme
  • Weston, Mark [2002], Giants of Japan : The Lives of Japan's Most Influential Men and Women
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18 de jul. de 2010

Elektroschutz in 132 Bildern, By Herr Doktor Stefan Jellinek


Eis que a gloriosa piauí, reservou algumas de suas esquinas para reproduzir os magníficos templates (hoje, os chamaríamos de "infográficos") compilados pelo austríaco Herr Doktor Stefan Jellinek, num assombroso ano de 1931, sobre os riscos LETAIS que a novidade do século impunha aos seus contemporãneos.


A obra médico-tecno-didática, intitula-se "Eletrocução em 132 Imagens" (Elektroschutz in 132 Bildern) e tem um quê de Bauhaus Istáile, somado com Graffitti-Feito-Por-Algum-Designer-Moderno, mas seus autores são os também austríacos Josef Danilowatz, Franz Wacik, and Eduard Stella, os designers de então (e antanho...).


Aqui tem 30 destes templates, reproduzidos no Flickr, pelo irado Bre Pettits.O que me deixou feliz, é que no ano passado, eu estava garimpando esses infográficos fantásticos e, êi-los, re-impressos em discreto destaque, para deleite dos brasileiros e "piauenses".


( Aliás, já estou meio que craneando uma matriz com essas poderosíssimas citações gráficas, com algumas, diguemos assim, actualizaçõens...)


O interessante da extensa e meticulosíssima série gráfica, era a conscientização de uma etapa crucial da rápida (e recente) evolução humana, saindo de uma vida majoritariamente rural e entrando em definitivo para a existencia urbana, subentenda-se, MÁQUINAS e, especialmente, as ELÉTRICAS.


MUITO IMPORTANTE: Não esqueçamos jamais do contexto da esfuziante e abusada Década de 3O:

O estilo vigente, era ninguém menos que o Art Déco, que personificou como nunca a já acontecida Revolução Industrial, quase que enterrando o romantismo bucólico do período imediatamente anterior (Art Noveau, que muitos ainda se confundem com o Déco), uma época de vida urbana quase desenfreada, riquíssima e extremamente fértil, fosse na Arquitetura, no Desenho Industrial ou nas Artes Gráficas.


Toda uma Era (estilo e Zeit-Geist, inclusos), será bárbaramente sepultada com a eclosão da Guerra, onde o seu próximo e derradeiro conflito, a IIa. Guerra Mundial, já anda sendo considerada como um latente efeito colateral -e apavorantemente grandioso- da Primeira.


Outra curiosidade "urgente" dessa série de "advertências do invisível", é que as ilustrações, potentes e sintéticas como um mapa turístico, mostram, de bebês à garotas, de senhores aposentados em casa à motorneiros conduzindo bondes, de vacas rurais à ratos urbanizados, de telefonistas à mulheres núas em banheiras esmaltadas , incluindo um moleque mijando de cima de uma ponte, sobre os fíos de uma catenária ferroviária transportando 3.000 volts.



Todos os personagens, sem excessão, registrados alguns segundos, antes do advento de suas próprias mortes.

Sim, isso mesmo.


A série, não era uma invenção ou exagêro prá meter medo em incautos, mas sim, reprodução fiel da vida (no caso, da morte), baseada em estudos e compilações de ocorrências fatais reais, ainda "comuns", devido à novidade tecnológica, de resto, uma que havia chegado prá ficar prá sempre entre nós, os humanos e que o médico austríaco trabalhou com afinco em cima do tema e da "novidade", evitando mortes provavelmente seriais.

Brrrrr!!!!
Tirando a morbidez (pois ao contrário que muitos pensam, pessoas eletrocutadas podem ser perfeitamente ressucitadas), para nós, do hoje-me-dia, essa magnífica coleção de imagens paradidáticas, com a senha da fila da autópsia nas mãos, funciona agora como um poderosíssimo icone gráfico.

Um tipo de design das Artes Visuais, do qual não se vê mais e que anda fazendo muita, muuuita falta, nas já ultra-entulhadas urbes contemporâneas.

De minha parte, como dito acima, vou providenciar, sim, uns graffittis.

Ah, vou!