Um curta-metragem de alunos do curso de Artes Visuais da Unopar foi
selecionado para participar do Sercine – Festival Sergipe de
Audiovisual, que acontece em Aracaju de 7 a 12 de maio.
O filme
“Re Fluxo”, dirigido por Luis Eduardo Kreling Vanzella e Brenda dos Reis
Brene, alunos do professor Anderson Craveiro na disciplina Linguagem e
Expressão em Cinema e Video, vai participar de uma das competitivas, a
Mostra Nacional Universitária.
Foram selecionados 14 curtas, avaliados
por critérios como diversidade de temas, linguagens e qualidade do
material.
Além do trabalho dos alunos da Unopar, único representante do
Paraná, estão incluídos na Mostra curtas produzidos na USP, FAAP,
Federal de Pernambuco e UFRJ, entre outros.
Não e todo dia, que autores visionarios e críticos conscientes das realidades que nos cercam, conseguem decifrar o "Zeit Geist", o Espirito do Tempo em que todos nós co-habitamos. Se duvida que eles não existiam mais, fique com o que Charles Simic do NYR (The New York Review Books), diz sobre A ERA DA IGNORÂNCIA, (só prá constar: a nossa era atual) traduzido para o portugues, com o cenario norte-americano, aterradoramente, perfeitamente aplicável ao Brasil de hoje, confira:
Ignorância generalizada beirando a idiotice é a nossa nova meta nacional. Não
adianta fingir o contrário e dizer-nos, como Thomas Friedman fez nos dias atrás, que as pessoas educadas são mais valiosos
recursos da nação. Claro, eles são, mas nós ainda os queremos ? Não me parece que sim. O
cidadão ideal de um estado politicamente corrupto, como o que temos
agora, é um idiota ingênuo incapaz de dizer a verdade da mentira. Um
cidadão educado, uma população bem informada, o tipo que o funcionamento da
democracia requer, seria alguém difícil de mentir, e não poderia ser conduzido
pelo cabresto, pelos vários interesses adquiridos que funcionam amiúde neste
país. A
maioria dos nossos políticos, seus conselheiros e lobistas
que se encontram desempregados, fazem-se passar como formadores de opinião. Felizmente
para eles, nada tão catastrófico, embora perfeitamente merecida e muito
bem-vindo, terem uma chance remota de ocorrer o que propagam, a qualquer momento em
breve.
Para
começar, há mais dinheiro á ser ganho entre os ignorantes, do que
entre os esclarecidos, uma das poucas indústrias nacionais de crescimento, que ainda temos neste país.
Uma população verdadeiramente educada seria ruim, tanto para os políticos, quanto para os negócios. Levou anos de indiferença e estupidez para nos fazermos tão ignorantes como somos hoje. Quem
lecionou em universidades ao longo dos últimos quarenta anos, como eu lecionei,
posso dizer o quanto os alunos menos conhecem quando saem do ensino médio, a cada ano. Na
primeira leva, já foi chocante, mas já não surpreende qualquer professor
universitário que as pessoas legais e jovens ansiosos matriculados em
suas classes, já não têm capacidade de compreender a maior parte do material
que está sendo ensinado.
Ensinar
literatura americana, como já vem sido feito, tornou-se cada vez mais
difícil nos últimos anos, uma vez que os alunos leiam pouco
antes de passar no vestibular e muitas vezes carecem de informações historicas
básicas sobre o período em que o romance ou o poema foi
escrito, incluindo o que as idéias e questões importantes destes autories pensaram no momento de produzir suas obras. Mesmo a história regional, é deixada de lado. Os
estudantes que vêm de antigas cidades industriais,
como eu descobri, nunca foi lhes dito sobre as greves famosas em suas
comunidades em que os trabalhadores foram fuzilados a sangue frio e os
criminosos escaparam ilesos. Não me foi surpresa que as escolas tinham receio de trazer à tona o
assunto, mas me surpreendeu que os seus pais e avós, e quem mais eles
entraram em contato com eles enquanto estavam crescendo, nunca mencionou
estes exemplos de injustiça. Ou dentro de suas próprias famílias nunca se tenha dito palavra sobre o passado, ou seus filhos não estavam prestando atenção quando eles fizeram. Fosse
o que fosse, se é confrontado com o problema de como remediar a sua
enorme ignorância sobre coisas que eles já deveriam ter sido
familiarizado com as gerações de estudantes antes do que eles viriam a ser. Se
esta falta de conhecimento é o resultado dos anos de emburrecimento do
currículo do ensino médio e das famílias que não falam com seus filhos
sobre o passado, há um outro tipo mais pernicioso da ignorância que
enfrentamos hoje. É
o produto de anos de polarização política e ideológica e do esforço
deliberado pelas partes mais fanáticos e intolerantes em que o conflito
para fabricar mais ignorância, deitando-se sobre muitos aspectos da
nossa história e até o nosso passado recente.
Lembro-me
de ser atordoado alguns anos atrás quando eu li que a maioria dos
norte-americanos disseram aos pesquisadores que Saddam Hussein estava
por trás de 11 de setembro ataques terroristas. Pareceu-me
como um talento inigualável propaganda pelos piores regimes
autoritários do passado de muitos que tiveram de recorrer a campos de
trabalho e pelotões de fuzilamento para forçar seu povo a acreditar que
alguma inverdade, sem sucesso comparável. Sem
dúvida, a Internet e TV a cabo permitiram vários interesses políticos e
corporativos utilizados para espalhar desinformação em uma escala que não era
possível antes, mas para obter sucesso, temos que ter uma população mal
educada acostumados a nunca verificar as coisas que estão sendo contadas.
Onde
mais na terra seria um presidente que resgatou os grandes bancos da
falência com dinheiro dos contribuintes e permitiu o resto de nós a
perder US $ 12 trilhões em aposentadoria, investimento, e as poupanças domesticas das familias, pode ser chamado de socialista? No passado, se alguém não sabia de nada e falou bobagem, ninguém prestou atenção nele.
Agora, não mais.
Essas pessoas são cortejadas e lisonjeadas por políticos conservadores e
ideólogos como "verdadeiros americanos" á defender seu país contra o
governo das grandes e educadas elites liberais. As entrevistas com a imprensa e os relatórios de suas opiniões levadas a sério, sem apontar a imbecilidade de que eles acreditam. Quais
vendedores ambulantes, manipulados pelos poderosos interesses
financeiros, sabendo que podem ser feitos para acreditar em qualquer
coisa, porque, para os ignorantes e os intolerantes, soa melhor do que a verdade, senão, acompanhe:
1) Os cristãos são perseguidos no país. 2) O governo vai pegar suas armas. (NO BRASIL, PEGOU MESMO!) 3) Obama é muçulmano. 4) O aquecimento global é uma farsa. 5) O presidente está forçando a homossexualidade aberta sobre o militar. 6) Escolas empurram uma agenda de esquerda. 7) Segurança Social é um direito, não é diferente de bem-estar. 8) Obama odeia pessoas brancas. 9) A vida na Terra é de 10.000 anos e assim é o Universo. 10) A rede de segurança social contribui para a pobreza. 11) O governo está tirando dinheiro de você e dando para mulheres loucas por sexo, para pagar seus controles de natalidade. Pode-se facilmente listar muitas mais ilusões comuns, ditas e acreditadas pelos norte-americanos. Eles
são mantidos em circulação por centenas de pessoas da extrema-direita, facções
políticas e grupos religiosos de mídia, cuja função é fabricar uma realidade
alternativa para seus muitos telespectadores e seus ouvintes crédulos.
"A estupidez é, por vezes, a maior das forças históricas," Sidney Hook disse uma vez.
Sem dúvidas.
O que temos neste país é a rebelião das mentes estagnadas contra o intelecto. É
por isso que eles adoram que os políticos se oponham furiosamente contra professores doutrinando crianças contra valores de seus pais e se ressentem os
que apresentam capacidade de pensar seriamente e de forma independente.
Apesar da sua bravura, estes tolos podem sempre contar em votar contra seus próprios interesses. E que, tanto quanto eu estou preocupado, é exatamente por isso que milhões e milhões estão sendo gastos, para manter meus concidadãos ignorantes. .
No Anno Domini de 1.991 ( incrivel: lá se vão mais de 2O anos! ), comecei à por em papel A4 algumas conceituações construtivas, graças às provocações de obras geniais da Arquitetura & Urbanismo, das quais tive contato com excelentes títulos, muitos destes, impressos em espanhol e em inglês.
Livros filtrados e decupados pelas mentes privilegiadas dos meus professores e mestres universitários na UEL de então, entre os quais, listaria de pronto:
Otavio Yassuo Shimba, Marcos Fagundes Baranabé, Nestor Razente, Kleber Ferraz Monteiro, Jorge Marão, José Luiz Faraco, Antonio Carlos Zani, Humberto Yamaki.
E, ajudado que sempre fui pelos funcionários: Vanda de Morais, Igor Paulo Merback, Adilson Francelino Alves e Carlos Alberto Duarte, dentre tantos outros interessados no que éramos e para o que alí estávamos .
O primeiro dos "conceitos" que sugeri, fora o aproveitamento integral -ou ao menos parcial- das Coberturas no Topo dos Prédios Urbanos Centrais, uma espécie de 9a. Maravilha do Mundo, afinal, o impacto dos míticos Jardins Suspensos da Babilônia ainda reverbera nas mentes de qualquer ser vivo minimamente lido.
Conta a lenda, que se tratavam de um conjunto edificado de férteis platôs verdejantes, artificialmente cultivados e irrigados, no meio de um clima brutalmente desértico que se deteriorava rapidamente, via esgotamento dos recursos florestais naturais e, convenhamos:
Basta ver qualquer caipira pé-vermelho numa cidade grande e moderna, prá entendermos que não deve ter sido brincadeira, na época de sua concepção pelos arquitetos da Antiguidade, projetar e contruir esse privilegiado Oásis Artificial, especie de Condomínio Fechado, erigido em benefício da (quem mais, ó, tolinhos?) Elite de então.
Não devendo nada, aliás, às atuais "Disneylândias do Petróleo", pipocando nos litorais do Golfo Pérsico.
1O anos depois, os diversos rascunhos ganharam uma face bem mais reconhecivel, ao inserir a conceituação na malha urbana do Centro de Londrina e, para minha surpresa, assim que orqanizei uma Mostra Individual no Espaço CEDDO em 2004 ( por ocasião dos 7O anos do aniversário da cidade ), a cidade APARENTEMENTE despertou.
Em seus aniversários até 2004, Londrina era muito "engraçada:
Era um tal de correrem atrás de imagens de seu glorioso passado, e ficávamos como que abrindo caixas de sapatos cheias de fotos antigas, acompanhadas de expressões como "-NOSSA, COMO AQUILO ERA LINDO", "-PUXA, OLHA COMO ISSO ERA LEGAL" e "- NÃO ACREDITO QUE DESTRUÍRAM ISTO!", no melhor estilo lamuriante cantado pela dupla Nostalgia & Melancolia.
Quando a minha exposição abriu, foi a segunda vez na nossa história, que conseguimos olhar adiante,
para quando fizermos os 100 anos de vida, em 2034. A inspiração da data quebrada, veio de uma urna lacrada, denominada de "Cápsula do Tempo", semi-exposta em nosso Museu Histórico da UEL, um caixote de ferro com documentos variados em seu interior, à ser aberto, como o próprio nome diz, quando soprarmos as velinhas de nosso primeiro século.
Um ano depois do impacto percebido, Luiz Penteado Figueira de Mello, brilhante gestor do IPPUL ( que saiu por excesso de qualificações ), me procurou e patrocinou, via ACIL, um conjunto de painéis maiores.
Nada assombroso, como convém aos patrocinios culturais de uma cidade ainda em formação cultural:
Impressãozinha espartana, mas crucial, mera dúzia de banners de vinil no formato A², com aqueles cabos-de-vassoura à guisa de estirantes, o suficiente para iniciar uma Exposição Itinerante, cujo último dia para visitação, já está automaticamene agendado para o próximo Reveillon do ano de... 2033!
Já obtivemos até o momento mais de 1O.OOO visitantes, em mais de seis espaços distintos e platéias diversificadas, até mesmo naquelas paredes mal iluminadas sem uso, inúteis, de dezenas de estabelecimentos pés-vermelhos, os quais sempre tem alguem "sensivel" pra chamar de "Espaço Cultural", normalmente, batizando com o nome da mãe, numa plaquinha dsicretamenrte exibida em um canto...
Sem contar os milhares de visitantes no blog homônimo, e re-publicações por terceiros em variados portais, com surpresa para a leitura de alguns dos comments (os quais me deixam em sinceras dúvidas, se não seriam estes melhor que o próprio post...), confira por lá, clicando nesse link abaixo:
Eis que, neste ano de 2012, um grupo de arquitetos libaneses do Studio Invisibleconceberam um projeto, intitulado Beirut’s Wonder Forest, o qual pretende "solucionar o problema da falta de áreas verdes" em Beirute.
BEI-RU-TE, entenderam?
Aquela
sistematicamente destroçada capital do Líbano, que em muitos aspectos me lembra a Operação Barbarossa em Leningrado, após a antipática visita em grupo dos Turistas Nazistas, onde só na primeira leva, uns 250.000 soldados da Werhmacht reembarcaram de volta à pátria, direto prôs "Campos do Walhalla" germãnico, se é que não ficaram conservados em neve.
Segue o texto descritivo da proposta libanesa:
"A ideia é transformar os topos dos prédios
em jardins, com árvores que se adaptam facilmente ao clima. Elas
ficariam presas por fios de aço para evitar acidentes em situações de
chuva e ventos fortes. Segundo os
arquitetos, o projeto apresenta uma série de benefícios para a cidade: o
ar ficaria mais puro, o ambiente mais saudável, as árvores proveriam
sombras e amenizariam o clima quente e seco.
Além disso, os
“telhados” dos edifícios seriam transformados em espaço de convivência
para seus moradores – o que aumenta a qualidade de vida da população – e
os jardins poderiam ser o pontapé para a agricultura urbana, com a
criação de pequenas hortas por toda a cidade ".
Claro que, na minha proposta de mais 20 anos atrás (matriz da idéia dos meus colegas libaneses, só prá constar...), o mundo como um todo -e no particular- não vai ficar tão cor-de-rosa, sob céus-de-brigadeiro.
Na verdade, emprobeceremos VIOLENTA E RAPIDAMENTE.
Como tem acontecido desde o Pós-Guerra, agora, com politicos nas mãos de grandes corporações, essas novas velhas formas de Papados & Reinados, uma espécie de Alta Idade Média, sem os adventos dos "Primas Noctes", as quais, pelo que tenho atualizado, evoluíram para algo mais proximo de uma "Omni Bus Todas as Noctes", via impostos escorchantes, tomados bem na tua cara, com devoilutivas raras e minguadas, se considerarmos sermos no hoje a 6a. economia do Planeta Terra.
E o nosso mundinho, cada vez mais encolhido e ocupado, dos Pólos à Estratosfera, não ficará cor-de-rosa, em especial, no ano da Londrina em 2034, que foi para onde empurrei as expectativas de cenários, como alguns já perceberam, bastante próximos do inconcebível, dada as atuais mentalidades inoperantes e reinantes, vide a nossa adorável cidade, vítimada pelos seus grotescos cotidianos.
Estas minhas provocações, inspiraram até mesmo as entidades organizadas locais, com "suas" (minhas) visões de futuro intituladas EXATAMENTE com o mesmo título que criei em 2004, mas é claro, sem os devidos créditos, como sói acontecer por estas prósperas e interessantíssimas plagas, além de, "omo que por encanto", arrefecermos os comportamentos nostalgicos e melancólicos, obrigando-nos a repensar, de fato, o futuro ou o que vamos "obter" dele.
Voltando ao tema, o recrudescimento da ocupação das áreas centrais, tornando-se sucessivamente privadas via concessão ( e que ninguém aqui se perca no sobretítulo "pública", vide praças londrinenses, cada vez mais invadidas, até por estacionamentos, desde o fatídico ano de 1995), principalmente, devido à um único "detalhezinho crucial" para a implantação de minha concepção:
Cada unidade conservativa nas coberturas, custaria astronômicos R$2OO,OOO,OO por prédio e, tendo eu morado e me demorado em condominios residenciais, mesmo da Alta Classe Média, não é, garanto-lhes, dinheiro pequeno.
E, até onde sei (e ví e ouví e participei), a grande maioria, malemá separa o seu próprio lixo diário, doméstico, nos conformes e, sem quaisquer trocadilhos, essa maioria gigantesca está pouco "se lixando", para uma tal de Qualidade de Vida.
Muito menos, para o aspecto humano dos Ambientes Urbanos, que depende de nossas existencias, desde que, pelo menos, sua trinca de "qualidade de vida" esteja plenamente assegurada: 1.) TV funcionando;
2.) Tooodos os dias; 3.) Sem interrupções.
Se voce duvida, olhe, se não atentamente, superficialmente, aí à sua volta e, depois, me fale.
.
12 de fev. de 2012
O Cine e Teatro Universitário da UEL foi completamente destruído pelas chamas, em um grande incendio na tarde hoje, domingo, 12 de Fevereiro de 2012.
Grande perda de um belo edificio histórico e cultural, patrimõnio da fase aúrea cafeeira (pois isso o nome que ele é mais conhecido "OURO VERDE"), projeto do arquiteto modernista Villanova Artigas, que também projetou o AUTOLON e nossa RODOVIÁRIA, hoje, Museu de Arte de Londrina (PR).
Eu perdia o fôlego quando a esfuziante trilha sonora do BatMan explodia ALTO na tela da TV Sharp, com o volume espeicalmente alterado prá assistir de pé a introdução em quadrinhos e aqueles BEEFS!, POWS!, SOCKS!, destroçando a bandidada, que passava voando com as bat-porradas que levavam...
A música era acachapante, começa com um puta de um baixo Surf Music istáile derrubando paredes, para logo depois um naipe de metais (hornz stands, please...), quase uma Saracha Mexicana, atordoar o recinto, sem contar um Scat Singing no estribilho "batman", um coral afinado que repete um zilhão de vezes!
Olha só quem está no emblemão do morcego aí de cima : O Justiceiro Mascarado!!!
E tinham capitulo, AIAIAIAIAIAI, MEU DEUS DO CEU!!! que, sem qualquer aviso prévio, aparecia a MULHER-GATO! ALÕ TERRÁQUEOS!!! MULHER-GATO, ENTENDERAM ????
MENINOS: EU VÍ!
Aquilo era um tróço que te doía no meio do peito, a visão embaçava, voce quase que dava um murro no meio da cara, pra poder acreditar no que via...
A MULHER GATO!!!! Imagina uma coisa, destas, ficar com inveja do ROBIN ???
O MENINO PRODIGIO? Ah, essa não, heim?
RAPAZ! Era mulher prá mais de QUILOMETRO! Não dava pra entender o que era "aquilo"... Era algo que não deixava a gente nem PISCAR, pois poderiamos perder breves e terriveis segundos daquele mulherão dos infernos, dando em cima do BatMan e ele, PQP, BATMAN, SE LIGA, PORRA!!!!, se controlando, por causa da identidade secreta, dos bandidões, do moleque que ele era o tutor, enfim, das impossibilidades todas somadas, pra deixar a gente complemente DESTROÇADO assistindo em casa!!!
Julie Newmar, soube décadas depois, era o nome artistico da atriz, verdadeira Pin-Up atualizada, que também viveu um personagem futurista em um dos capítulos da saga Star Trek do Gene Rodenberry.
Sonhos e mais sonhos com a diaba negra, ow, meu deus, como namorei, de mil maneiras, 10.000 noites bem dormidas, com essa Mulher-Gato, viu?
Lee Meriwether, que foi Miss America ´55 também foi escalada pra fazer uma Mulher-Gato numa ausencia da Julie Newmare apareceu também em The Time Tunnel (O Túnel do Tempo), mas newmar era insuperável!
A série de TV, de tempos em tempos, é esculhambada por alguns motivados infantilóides, de pessoas superficiais que emitem opinião no lugar de argumentos, onde já lí de tudo: Que era "ingenua", "exagerada", "gay" (WATTA FUKKH, MUTTHA FUKKHA???) e por aí se esmerdeavam em, como já disse, opiniões... Porra, quer dizer que um herdeiro multimiliardário nao podia educar -como um tutor- o seu próprio sobrinho de terceiro grau?
E é preciso namorar, seja lá quem seja, pra se ser um homem, por algum acaso? HAHAAHAH!!!!
Mas o fato é que foi uma revolução visual jamais vista, sem contar a criação de bat-clichês imbatives, tais como os bandidos (BURGESS MEREDITH, brutal!!!) filmados com a camera em angulo, as vinhetas de passagem de cena, o incrivel contrastão se beneficiando da tecnologia de transmissão da TV em cores (como pôde ter exisitido TV Preta e Branca???) e a miriade de maus-elementos, que deixaria Bob Kane absolutamente feliz!
Até mesmo Quentin Tarantino, um fã de carteirinha dos seriados, os quais
o inspiraram brutalmente em tudo que fez, fez uma homenagem incrivel no
Pulp Fiction, se liga nesta cena aí de cima, hoje, um clássico!
Vincent Vega, escalado na marra por Mia Wallace para o palco do Jack Rabits Slim Twist Contest, protaganiza nada mais, nada menos que, não (SIM!):
É nada mais, nada menos, que a "Dança do Acasalamento do Morcego", onde, no original, um desengoçado Adam West interage com a exuberante Julie Newmar, com vistas, É ÓBVIO, em seduzi-la erotica e sexualmente, ora, meninos bobinhos, confira aos 2m:O4s do Pulp Fiction:
HAHAHAHA, porra, quaaaanta sutileza, afinal, BatMan era visto por CRIANÇAS COMO EU!
QUE SAUDADES, quando vejo no hoje, tanta porcaria e falta de criatividade... Até o incrivel BatMovel, foi insiparado num Grande Dinossauro Bebedor de Gasolina o BUICK Le Sabre de 1951.
E, PIRAÇÃO ABSOLUTA, o BatMóvel não era um mock-up: Era um V-8 de RESPONSA!
... e é claro, já estou dando um jeito de acompanhar os quase 60 episódios dessa serie da TV, por que, mesmo passado tanto tempo, ainda é de um exuberancia visual, com um pós-produção brutal, sem contar o áudio, coisa rara de se assitir no hoje em dia, com ressalvas paras as atuais SitComs, como o genial Big Bang´s Theory e, CLARO, o Two And a Half Man.
Então, nada como promover maciçamente a re-ocupação do espaço vazio, via liberação do gabarito no Centro Financeiro da longa ilha dos índios manhatãs. Torres Quadrigêmeas redesenham o skyline e ainda rpestam uma h9omenagem em dobro aos quase 3.OOO mortos do Terrorismo islãmico Radical.
10Km TO NEAR FACILITIES
Nada como avisos informativos convenientemente instalados ao longo do caminho, para trazer tranquilidade e segurança aos viajantes. Com a correta ergonomia visual, os sinais indicativos auxiliam eventuais perdidos na gigantesca malha urbana nova-yorkina, promovendo mobilidade, rapidez e economia.
FIRE LANE AHEAD
Tráfego pesado nos dois principais aeroportos cirunvizinhos que atendem New York City e seus entôrnos imediatos, demandam soluções gráficas com forte poder persuasivo, evitando possiveis colisões como as que ocorreram a 1O anos atrás. Na década de 4O, um téco-téco também albarroou um aarranha-ceús recém inaugurado, batendo nos pináculos do edifíco Empire Estate, devido à presença de forte nevoiero litorãneo.
R.I.P.(eople)
Um belo e mimpactante memorial coletivo, é tudo o que uma cidade exuberante como a Nova Iórque do Séc. XXI necessita para recuperar sua auto-estima. Estudam-se a venda de crucifixos elaborados em aço e acrílico, com restos das duas torres originais, para a venda na concorrida lojinha de souvernirs situada nas catacumbas do 17° subsolo.
A inoportuna sugestão de se cercarmos uma das mais belas praças urbanas do Norte do Paraná, a Tomi Nakagawa ao longo do antigo eixo ferroviário central de Londrina, senão, uma das mais belas de todo o Estado, pode servir como uma avaliação nada superficial, de como anda nosso atual corpo de vereadores eleitos pelo público de bem, para cuidar do bem público, bem como dos próprios sintomas de uma Sociedade a qual, por definição, é denominada como (hmmm...) "contemporânea".
Nossas Terras Vermelhas, não são mais nenhum exemplo da boa destinação
de seus raros, vitais e bons espaços livres já a bastante tempo, em especial, dos Espaços Públicos, pois basta constatar de como as praças vem sendo sistematicamente destruídas para toda a eternidade em sua essência que
lhe dá origem e caráter como tais, invadidas que estão oficialmente
por projetos pavorosos, sem caráter que não seja o custo de execução, altamente discutíveis, tais como:
i) Na Associação Odontologica do arquiteto Leão Judá(agora, toda envidraçada) e ii) seu mais novo puxadinho vizinho, uma faculdade tecnológica em foramto de containner iii) e ainda a expansão do Fórum iv) a implantação do TRE e mais a v) sede da OAB ocupando área verde do Sistema Igapó de Lagos
Aassentados no que tínhamos de mais precioso como paisagens e vistas contínuas e, mais recentemente
vi) uma escolinha municipal chinfrim(murada, é claro!) vizinha do Terminal Rodoviário, sem contarmos do vii) estacionamento privado na antes bucólica praçinha de namorados diante da entrada social do Aeroporto José Richa, mais os grotescos viii) Postos de combustíveis (!!!) de bandeiras Petrobrás plantados ao longo do eixo ferroviario desativado da Av. Leste Oeste.
Entre vários outros impropérios mentais, todos sempre levados à cabo sem qualquer debate e com muitos achismos, daí, os cenários de destruição atuais, argumnentados sob a rubrica de "necessidades" (...engraçado: quando leio "necessidades", me lembro do confortabilíssimo toilette de minha residencia...) .
Nós, os chamados latinos, passados longos 2.500 anos de história, um povo fundamentalmente multinacional, litorâneo e dados à aberturas, novidades e miscigenação, ainda temos bastante dificuldade (prá não dizermos aboluta ignorância...) em entendermos o Espaço Vazio, aliás, especificação primordial da Arquitetura, que entende o proprio espaço vazio como sendo da Arquitetura.
Ou seja, se algum arquiteto dizer algo como:
"aqui fica vazio"
Não é por que deixou espaço prá se ocupar algum momento com churrasqueiras, edículas ou quartinhos da bagunça e sim, que o proprio espaço livre é o projeto, daí, a sua qualidade intrínseca.
Vielas por exemplo:
Nossas jóias mais mal-entendidas e mais sub-valorizadas de um desejável o urbanismo pedestre (percebam a população se mexendo aos poucos, frequentando cada vez mais as ruas, ainda que esportivamente), vetores fundamentais de idosos, crianças, ciclistas, animas domesticos, funcionarios domesticos, moradores e caminhantes, passagem ainda de brisas e de perspectivas, recentemente demonizadas como foco de todo mal!
Sendo tratadas como meros descartes fundiários, sobras de terrenos, para que moradores façam mais puxadinhos ridículos, de utilidades miseráveis, ocupando-se, como acontecerá, a totalidade do incompreensivel e "aterrorizante" espaço vazio.
De fato, sejam em datas de 5.00m x 5.00m situadas em favelas e ocupações ou generosos lotes em condomínios ou ruas de bairro, nossas taxas de ocupação construtiva sobre o solo dsiponível se aproximam dos 90%, pois em toda nossa cadeia cultural-social, entendemos a não utilização como perda.
Onde, justamente, há somente ganhos, por onde quer que se analise a questão.
Em 511 anos de ocupação de um vasto território predominantemente tropical,
é assustador -e emblemático- constatar de como ainda não conseguimos
sequer fazer as pazes com nossas próprias Existencias, nos adaptando quer seja
com o clima, com as chuvas, com os cenários da terra, com os relevos e
com a hidrografia, com os percursos solares, com as brisas, com as árvores,
de resto, ocorrencias naturais cíclicas que aqui vem ocorrendo a pelo menos 400 milhões de anos os quais, pelo menos em tese, deveriam nortear de ocupação do solo à arquitetura de casas, do design de bairros e do projeto de cidades inteiras.
Voltando à praça estimada, seria melhor nos debruçarmos dos porquês o
vandalismo opera, de resto, observável em megalópólis como Tokyo,
Detroit ou Paris, aliás, "vãndalos" identificava uma espécie de tribo turística
da pesada, cuja principal caracteristica em "viagens" era invadir, saquear,
queimar e destruir, se apropriando do que outros haviam edificado.
De todos os conceitos que uma comunidade como é o caso de Londrina
pode se valer nas tentativas e providências de se obter uma vida tranquila
e segura, a Vigília Social ainda é a estratégia mais em conta e de maiores resultados.
Porém, agentes públicos devem trabalhar pelo bem-estar desta cidade, com enfase nos programas sociais, atividades esportivas e de ofícios,
dando ocupaçao, ensino, lazer e refeições e, antes que algum desinformado (iria dizer IMBECIL...) ou amante de clichês vazios e frases feitas acuse a proposta como "Panis et Circensis", é bom contextualizar que Roma, pelo menos, pensava nos seus, enquanto voce mesmo, no hoje, tem acesso a quase de tudo, inclusive, à leitura e discussão neste espaço.
Um bom sistema de modernas cameras e mais a presença física de um
inspetor de quarteirão ou de um guarda-praças, mais o incremento dos
programas sociais, incluindo o próprio usufruto estimulado dos locais públicos,
impede não somente que nos enclausuremos mais e mais em casa, como
evitaremos que uma ocorrencia de rotina vire um problema desproporcional,
dependente de imediatismos, oportunismos e de atitudes provisórias.
A as quais, em um país com a nossa cultura exuberante, não raro, se tornam definitivas.
Curtíssima metragem dos meus camaradas Mariana Oliveira, Mark Claus , Maikon Mendes e Bruno Sambatti, que fizeram a produção desta curtíssima metragem juntamente com a Vila Cultural Coletivo Alona e com a Kiirk Produções (a produtora independente deles) e enviaram para o Festival Claro de Curtíssima Metragem, ficando entre os semifinalistas.
É um festival nacional e muito reconhecido, e esses camaradas são os únicos paranaenses dentro da categoria de Cineclubes, Pontos de Cultura e ONGs.
Di Vasca: Pra ontem!: "De: Alessandra Fonseca Enviada em: quarta-feira, 17 de novembro de 2010 08:49 Para: Luis Di Vasca Assunto: Arte do perfume Luis, chegou ..."
Quando pequeno lá em Barbaçena, eu ouvia dizer que estavam acabando com os diamantes do Brasil, um tal de Ibrahim Ali Ackel, Ministro do Governo Brasileiro, tinha a mão grande em cima disto.
Logo depois, ouvia que estavam drenando vorazmente o ouro de Serra Pelada, desvio grosso, tuo feito por Membros do Governo Brasileiro, desviando riquezas dos brasileiros.
Agora, tem o tal Nióbio. Pelo sim, pelo não, vale sim o replay:
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Recebemos do comentarista Mário Assis Causanilhas este artigo sobre o nióbio, sem a menção do órgão de comunicação, site ou blog de onde foi extraído. Por sua importância, decidimos postá-lo aqui na Tribuna da Imprensa, para conhecimento de nossos comentaristas e leitores. (Carlos Newton, editor do blog)
Júlio Ferreira
A cada vez mais no dia-a-dia, o tema é abordado em reportagens nas mídias escrita e televisiva, chegando a já ser alarmante. Como é possível que metade da produção brasileira de nióbio seja subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando de longa data, para o gabinete presidencial?
Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.
Estamos perdendo cerca de14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.
Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.
Eis que debutei em algo que levaria bem umas duas existências prá tentar entender, mas como existe e é até, (vamos combinar assim, vai?), "interessante", não resisti ao post...
Na cultura doméstica nipônica, existe um travesseiro semi-ortopédico (dakimakura, "travesseiro de abraçar") que após séculos de discretíssima existência, ganhou a não pouco tempo o status de suporte de, hmmm, "arte".
Feios, não são. Aliás, a limpidez quase vetorial desses animês eróticos, não faria má figura em QUALQUER CURADORIA.
Solitários do mundo, adormeceis" (ou "despertai", visto os prints...)
Não sei se são mesmo dele, essas PÉROLAS DE OSCAR NIEMMEYER (102 ANOS), que ele piou (tweeted). Até por que, não gosto em quase nada de sua arquitetura cara, suntuosa e mausoléica, pois ele não constrói exatamente: Oscar niemmeyer ESCULPE. E como escultor, é um genio absoluto. Entretanto, gosto muito da pessoa que é o cara. Ainda mais, depois dessas escritas (supondo serem autênticas, OF COURSE).
CONFIRA:
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- Ganhei um convite para ver o filme da Bruna Surfistinha. Esperava que fosse MESMO um filme sobre surf. Mas o filme é uma apologia ao baixo meretrícios e aos mais baixos instintos humanos.
Pelo menos rolou uns peitinhos.
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- Meu médico me proibiu de tomar vinho todos os dias. Sorte que ele não falou nada sobre Smirnoff Ice.
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- Fui convidado para ver o pessoal da Comédia em Pé. Só não vou porque minha artrite não deixa ficar em pé muito tempo.
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- Esse humor da Zorra Total já era antigo quando eu era criança.
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- Linda, eu não vou a museus. Eu CRIO museus. Quer ir Ver uns museus?
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- Existem apenas dois segredos para manter a lucidez na minha idade: o primeiro é manter a memória em dia. O segundo eu não me lembro.
• - Ivete Sangalo me encomendou o primeiro trio elétrico de concreto armado do mundo. O pessoal aqui no escritório já apelidou de “Sangalão". A proposta inicial dela era fazer o "Sangalão" de madeira para ficar mais leve. Aí eu disse pra Ivete "Quer de madeira? chama um MARCENEIRO!".
• - Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá foi como criar um lindo vaso de flores pra vocês usarem como PINICO.
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- Caro Sarney: ser imortal na Academia Brasileira de Letras é mole. Quero ver é tentar ser aqui fora!
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- Nunca penso na morte, NUNCA. Vou deixar para pensar nisso quando tiver mais idade
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- Perto de mim Justin Bieber ainda é um espermatozóide.
• - Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião. O de camburão seria mais adequado.
Na verdade quem projetou Brasília foi Lúcio Costa. Eu fiz uns prédios e avisei que aquela merda não ia dar certo. Sim, ela é aquele avião que não decola NUNCA.
Segundo a NASA, Brasília é inconfundível vista do espaço.
• - Duro admitir, mas atualmente Marcela Temer é o monumento mais comentado de Brasília.
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- Todos ficam falando Zé Alencar é isso, Zé Alencar é aquilo. Mas quem fez Pilates e caminhou na praia hoje? EU!
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- O frevo foi criado há 104 anos. Ou seja: só tive um ano de sossego desse pessoal pulando de guarda-chuvinha.
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- Segredo da Longevidade: Não viva cada dia como se fosse o último. Viva como se fosse o primeiro.
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- Na minha idade, a melhor coisa de acordar de madrugada para ir ao banheiro é ter acordado.
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- Alguns homens melhoram depois dos 40. E eu mesmo só comecei a me sentir mais gato depois dos 90.
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- Queria muito encontrar um emprego vitalício. Só pra garantir o futuro, sabe... Andei Comprando apostilas para Concurso do Banco do Brasil. Não quero viver de arquitetura o resto da vida.
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- Foi-se o John Herbert, 81 anos. Essa molecada da área artística se acaba rápido demais.
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- Só me arrependo de UMA coisa na vida: de não ter cuidado melhor da minha saúde para poder viver mais.
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- São Paulo mostrou ao Brasil como se urbanizar com inteligência: basta fazer o exato contrário do que aconteceu lá.
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- Fato: o meu edifício Copan aparece em 50% dos cartões postais de São Paulo. DE NADA.
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- A quem interessar possa: eu NÃO estive presente na fundação de São Paulo há 457 anos. Na verdade eu não fui nem convidado.
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- A vida é um BBB e eu quero ser o último a sair!