14 de mai. de 2009

É PRECISO TER FÉ....


Essa aqui, eu recebi ainda ontem...
Rí tanto, mas taaaaanto, que peguei a foto original da menininha contrita do e-mail e a remontei esse JPG aí de cima, com a elegante fonte Papirus.TTF.

O engraçado, é essa onipresença feminina, borboleteando o universo masculino.

(PQP!!!!!! "BORBOLETEANDO"???? Isto ficou MASTER-GAY! )

Dos caras que conheço (excessão feita aos "esquisitos", oras, eles tem lá seus gostos, dos quais sempre os respeitei, apenas não os comungo, e não me venha com essa de "S" de "Simpatizante" Não se trata disto: Acho tudo normal, seja lá o que for...), todos nós, teremos a nossa providencial Pasta Secreta!

Que nem Secreta de verdade ela é, esteja ela acondicionada no imóvel PC ou no móvel Notebook.

Aliás, a minha se chama ARS NUDE, sacomé, dá um ar intelectual... ;)

Às vezes, fico me perguntando...

... se é que as mulheres ficam se perguntando, dos por quês de nós, homens, termos essa coleção ou guarda, de (prá ser mais direto) "mulheres peladas", das quais, curiosamente, não temos a MÍNIMA NOÇÂO de quem sejam tais moças e senhoritas.

Sim, não temos A MÍNIMA NOÇÂO de quem elas são!

Só um iletrado, deslumbrado ou caipira mental, diria:
"SIM, CLARO QUE EU CONHEÇO A JULIANA PAES!!!"...

Mas o que esse energúmeno quer mesmo dizer, é:
"ÔU, CLARO QUE EU SEI QUEM ELA É, CARALHO...".

Mesmo o cretino não sabendo piciricas de fato dela, muito menos quem ela é de verdade, pois, o que queremos NÃO DIZER, é exatamente isso:
"EU SEI QUE ELA EXISTE"...

Bom, nunca fui perguntado disto, mas em sendo e, supondo, que só pudesse responder, dizendo tudo de forma muito franca, sintática e sintética, seria EXATAMENTE assim:

...POR QUE É MUITO GOSTOSO!

É verdade que nenhum de nós, sim, nós não as conhecemos.

Mais verdadeiro ainda, que, nem em um bilhão de anos-luz, as conheceriamos ou, sequer, chegariamos perto delas e, mesmo chegando, caralho, são "apenas" mulheres...

Mais estranho ainda, é que muitas, centenas delas, estão, inclusive, mortas!

Enterradissimas da silva, pois o acervo de imagens vai se sobrepondo, então, temos arquivos JPG em P&B, de mulheres EXTINTAS!

Das Musas Públicas Européias (Anos-luz à frente das toscas norte-americanas) e "fácinhas", clichées mesmo, já fui bem maluco pelas seguintes moçoilas, hoje, vestustas senhôuras:

A francesa Jaqueline Bisset, antes e depois ...


A inglesa Charlotte Rampling, antes e depois ...


... também inglesa, Kelly LeBrock, antes e depois ...


... e essa, a também inglesa Christie Turlington, ontem/hoje ...


Tá, BEM que La Turlington -esse "La", ficou ESQUISITO, heim?- podia tirar aí, uns 13Kg da LeBrock!

Aliás, Miss Christie até que se parecia com uma moça de Londrina (que morava em Pinheiros/SP) e eu nunca a mais vi, quando ainda estudante de Arquitetura..

E eu nem enxergva essa tal. (A Christie Turlington, não a Moça de Londrina de Pinheiros/SP!)

Aprendi a aprecia-la, por causa do Franz Paulo Trannin da Matta Heilborn.

SIM, o Paulo Francis. ELE MESMO! Sempre que tinha a oportunidade, ele tascava o nome da criança e, observando-a de longe , BEM DE LONGE, passei à comungar das opiniões dele, mais por chiste, do que realidades, até por que, só vim a ver uma foto de quem era a inglesinha, bem uns 20 anos depois, para o meu mais absoluto divertimento!

Bom, eu a ví sim (a Moça de Londrina de Pinheiros/SP, não a Christie Turlington...), no Bar Brasil, mas por algum motivo cardíaco, meus batimentos nem tchuns e, ademais, ela estava numa mesa com amigos, muito da animada! Nada a ver eu ir até lá e falar um "Ôi!"... Ela era só uma moça legal, amiga de uma amiga e que ficamos conhecidos e, como convém às urbanidades, nos sumimos um ao outro.

Agora, é um fato esse, mórbido, sem dúvidas, o de gostarmos de mulheres já mortas (voce ENTENDEU...) o qual não atenua (pasmem...) o des-espero de nossas Amadas.

As quais, SIM SENHORES, permanecem tão preocupadas (as nossas, VIVAS), como se todas elas (as deles, MORTAS) fossem nossas erotizadas Vizinhas!

Disponiveis, solitárias, carentes, sexies e safadas até não mais poder, vestidas em trajes impróprios para a luz do dia, entrevendo nacos sutís de lingeries sumárias, com apropriadas e bem-endereçadas translucidezes.

O que eu afirmaria (sem qualquer possibilidade de hipocrisia ou chauvinismo), é que:

Aos olhos de um Homem, a aparição de uma mulher nua (real, ilustrada, em calendário, pintada à oleo sobre canvas, fotografada ou em píxeis ou na TV), nos esboça um sorriso indescritível, sincero, honesto, natural...

E O MELHOR DE TUDO ISSO, NESSAS VISÕES:

Não há vestígios evidentes, explícitos, de MODA!

Niente de Píu, de coisas FÉXOM (fashion)!

De extremadíssimas PRODUÇÕES!

Ou, em se tendo, são de uma sutileza exemplar, dignas de investigadores do ramo, em comparação com os dias bizarros de hoje, onde temos (E VEMOS!) estudantes pós-adolescentes, vestindo-se como Vadías de Déiz Reáu, enquanto as prostitutas de ofício e expediente, vestem-se quais donas-de-casa, esperando o ônibus -o qual nunca vai passar- no ponto.

A nudez, adequada, apropriada, ainda que consentida com um único clique, nos brinda com um sorriso, que nos ilumina a face e a mente, ativa a circulação (isto foi compovado!) e melhora o nosso dia.

Exatamente como acontecem nas fábulas, a varinha de condão tocando a cabeça de alguém e, PLIM!, tudo fica mais colorido, perfeito, admirável, aliás, o clichée surgiu, sem dúvidas, desse "entusiasmo químico", pois as tais varinhas, eram apenas para se acelerar um determinado sentimento ou sensação.

"HUMANO. DEMASIADAMENTE HUMANO!"

Aliás, sentimos o mesmíssimo sorriso que experimentamos com nossas Amadas, ao vivo ( somente se as escolhemos de fato e não por outros interesses escusos), quando elas mesmas nos propiciam tais delícias ou nós mesmos as, digamos assim, as providenciamos.

A Evolução, que coisa, caminhando por caminhos interessantíssimos!

O que compreendo é que, tudo isso, trata-se de uma estratégia assustadoramente bem-sucedida, de perpeturamos nossas existencias no planeta.

Até as Escrituras decodificaram o impulso natural, com a frase:
"Crescei, Multiplicai-vos e Encheis a Terra".

Playboy, Soutiens, Espartilhos, Meias-Finas, Maquiagem, Decotes, Mini-Saias, Batons, Perfumes, Transparências, Pin-Ups, Bisset, ,Turlington, Paes, Saltos, Rendas...

Resumiria tudo, á um saudável e delicioso mecanismo para, após tamanha atração, de engravidarmos uma moça bem bacana e com quem nos afeiçoaremos muito, prá termos filhos e filhas ainda mais bacanas, nesses quais a gente se afeiçoasse a eles e elas ainda mais e, assim termos -e mantermos- uma familia super-bacana!

Parecería simplismo, reducionismo e "cientifiquismo", até por que, casais do mesmo genero também constituem suas famílias, praticando sexo, viajando, estudando, vivendo ("-Óh! O HORROR! Mas eles fazem tudo isso????") e esse "mecanismo" que falo aqui, poderia, nesse caso específico, não atuar ou ao menos, ser sublimado por outros comportamentos.

Mas a(s) verdade(s), costuma(m) ser de uma simplicidade absurda... ;)

.

Prá finalizar, o que será daquela vadía de déiz reau, cujo nome é uma logomarca composta situada entre uma deslumbrante cidade francesa e uma rede hoteis norte-americanos?

Será que Paris evoluiría, até ficar parecida com o Owens? :D

23 de abr. de 2009

Nova Iconografia para Londrina


Imagine uma galeria pública, com cifras impressionantes, como são os cerca de 2.406.000 (dois milhões, quatroscentos e seis mil!) visitantes a cada ano. Cinco Londrinas. É o que o TTRL - Terminal Rodoviário de Londrina recebe, contando somente os efetivamente embarcados, sem contar os amigos ou parentes, que vieram somente se despedir ou receber passageiros, malas e volumes.

Agora, com a inauguração das duas modernas esteiras deslizantes às 09:00h dessa sexta-feira, 24/ABRIL/2009, a cidade vai ganhar um tríptico inédito, que vem somar à galeria iconográfica da memória da cidade.

Trípticos, são como se denominam as obras de arte elaboradas em três partes, no caso, uma espetacular visão panorâmica da Londrina de 1934 com a Londrina de 2009.

No painel em preto & branco da esquerda, a imagem mostra a Londrina nascente, através das lentes do fotógrafo José Juliani, proveniente do riquíssimo acervo de imagens fotográficas originais do Museu Histórico de Londrina. Lá estão os calhambeques escuros, o trabalhador em trajes elegantes, o casarío com seus telhados típícos, as casinhas de madeira, a floresta gigante. A imensa, colossal floresta sub-tropical, quase intransponível, servindo como "skyline" de 1934.

No painel em cores, mais à direita, a Londrina de 2009, registrada pelas lentes do fotógrafo Daniel Martinon, é uma releitura do primeiro fotógrafo que "enxergou" essa deslumbrante perspectiva panorâmica à partir da Zona Sul, o procopense Alvaro Eloy, cujo registro fotográfico da Londrina do ano 2000 (reproduzido abaixo) pode ser encontrado ainda hoje em diversos painéis de recepções de escritórios e em catálogos de empreendimentos diversos.

No painel do meio (reproduzido abaixo), formalizando o tríptico, a mágica do tempo acontece: O gigantesco dossel de arvores seculares, vai se esmaecendo com auxílio da computação gráfica, transformando-se na atual floresta urbana. Agora, o dossel é de puro concreto, tão fascinante quanto, afinal Londrina teve, recentemente, seu "skyline" eleito como um dos mais belos do mundo.

Numa iniciativa da administração atual do TRL, a concepção do tríptico é de minha autoría, onde doei meus honorários para a cidade, a qual poderá imaginar, daqui prá frente, essa mais nova forma de ver a integração do passado com o presente.

E nem precisa esperar embarcar para alguma cidade, para se admirar esse conceito proposto, pois só a nossa Rodoviária de Londrina, cujo design original é do brilhante e ainda vivo com mais de 100 anos, o arquiteto Oscar Niemeyer (
cuja traços monumentais, frios, desumanos, escultóricos e caríssimos, sejam construindo ou manutendendo, eu os desprezo solenemente...), já vale o passeio.

7 de abr. de 2009

FALHANDO ALGUAS TELAS ...

Tente ler este textículo abaixo:

"aro Fernando, algua noidade da Leia 3 na &H ? E eu últio ontato o eles, apenas e indiara ara faer hegar até a &H o equipaento, ainda que já pela segunda ez, onde esmo assi, faria a troa. Atualie-e disto assi que for possíel, ORIGADO!"

NA VERDADE, ERA PRÁ SAIR ASSIM:

"Caro Fernando, alguma novidade da Leica M3 na B&H ? Em meu último contato com eles, apenas me indicaram para fazer chegar até a B&H o equipamento, ainda que já pela segunda vez, onde mesmo assim, fariam a troca. Atualize-me disto assim que for possível, OBRIGADO!"

Eis que meu FANTÁSTICO teclado Microsoft´s Natural Keyboard, comprado em uma inacreditável operação de Leasing com o Banco Itaú nos idos de 1989 e, PASMEM, funcionando diária, infalível e excelentemente bem até meia hora atrás, deu prá não querer mais registrar algumas das teclas...

O curisoso, é que eu teclava o texto normalmente e, apenas quando conferia no monitor, é que o observava todo truncado, duvidando de pronto de minhas medíocres habilidades datilográficas... quando começei a preceber um certo, digamos assim, padrão de erro recorrente, pois do textículo acima, sumiam as seguintes letras, confira:

Z X C V B

Curiosamente, no teclado padrão QWERTY (que como deve ter percebido, são as 06 primeiras teclas de cima prá baixo, da esquerda prá direita), Z, X, C, V, B são vizinhas, morando eternamente no canto inferior esquerdo do teclado, o que me fez pensar num "endereçamento" do problema.

Existem outros padrões de organização físicva das letras em um teclado de digitação:

Além do QWERTY, existente desde o final do Séc. XIX, existe o elegante Dvorák, que leva o sobrenome de seu autor.

A Kinesis Corporation fabrica um belíssimo, esse aí de cima, um dos 25 produtos que não vivemos sem ele da PC MAGAZINE (a bíblia dos tecnonerds) tem design ergonômico vários níveis superior ao teclado da própria Microsoft (o Natural Keyboard) e, segundo afirmam seus usuários, causando menos fadiga (LEGAL ISSO!) e permitindo uma digitação mais rápida (GRANDE PORCARÍA...).

Eu tenho uma história engraçada com essa Kinesis... Escrevi prá eles na gringa, prá tentar comprar um, do modelo Contoured e O PRÓPRIO DONO me enviou uma correspondencia, com as possibilidades de compra e envio... Esses americanos... Não apenas ensinaram o mundo a vendewr, como vendem prá todo o mundo!

(Não o comprei: Montei a empresa enquanto estudante de arquitetura e o Kinesis Contoured era caro pra mim, na época e mesmo o Natural Keyboard, custava 5X mais, mas veja a vantagem: Lá se vão VINTE ANOS DE USO CONTÍNUO!!! )

Gênio indomável (ou sería simplesmente ESTÚPIDO?), já fui craneando de como os pulsos microeletrônicos viajavam pelo cabo de conexão, imaginando que alguns dos pinos metálicos que se conectavam no plug PS-2 apropriado atrás da torre do PC, estivessem oxidados, tortos ou simplesmente sem contato.

NADA.

Coloquei um pequeno adpatador PS-2~USB.

NADA..

Desliguei o equipamento, religando-o.

NADA...

Troquei de teclado, por um ordinário.

TUDO !

Hmmmm... Táli Coisa, Coizi Táli... Eis que me vejo pegando com minhas duas mãos o teclado pelas bordas, golpeando-o por sobre a mesa gigante revestida com bagum preto... de onde começam a pousar seres estranhos, partículas, filamentos e alguns estranhíssimos nano-pedaçõs de plástico transparente, detrito que deve ter se aninhado em algum momento não sabido por entre as ruas dos edifícios teclas...


Prá meu espanto... Eis-me, cá,
datilografando normalmente! ;)


Então, agora já sabem:

Se falhar algumas letras ou teclas, vire seu teclado de ponta-cabeça e golpeie-o suavemente sobre uma superfície macia, um pano por exemplo, aplicando inclusive uma leve torção, como se fosse desembrulhar um bombom Sonho-de-Valsa (
que aliás, mudaram a receita original, de um creme de nozes, tipo xerém, virou um torrão desgraçado de puro açucar)...

E um paninho úmido de vez em quando, por favor, pois as teclas podem -inclusive- ser aspiradas e mesmo retiradas uma-a-uma, sazonalmente.

17 de mar. de 2009

GeoEye1: Londrina, tempo nublado em 2009!


O incrível aconteceu...

... após quase uma década sem dar uma passadinha pelos céus acima de Londrina, o Satélite GeoEye1 do Google Earth ...

... resolveu atualizar as imagens das paragens norte paranaenses...

... e foi voar à 6OOkm de altura prá fotografar a Terra Vermelha ...

... e escolhe prá isso BEM EM UM DIA ...

... PARCIALMENTE NUBLADO!
CONSIDERANDO que estamos sem prefeito AINDA, salvando a interninidade do Vereador José Roque Neto, em pleno Primeiro Trimestre de ano pós-eleitoral ... Para os crédulos de plantão e místicos de carteirinha, é um PRATO CHEIO!

Que foguete lança o satélite GeoEye1, do Google Earth?
Esse aqui é o foguetão classudo da classe DELTA2, construído pela BOEING, de forte inspiração russa em seu design, com seus quatro propulsores divergentes embaixo. Notar a ostensiva logomarca adesivada da GOOGLE, ampliada na inserção.

O GeoEye-1 orbita ao redor da Terra 15 vezes por dia a uma altitude de 681 Km. Sua sincronia com o Sol permite que ele passe em uma determinada área por volta de 10:30h da manhã do horário local em todos os dias de revisita. O satélite como um todo é capaz de girar rapidamente para apontar sua câmera ao local desejado, fazendo assim, com que em uma única passagem, uma área maior seja imageada. É por isso que em algumas cenas, se é possível perceber a imagem tridimensional, mostrando uma das faces das arquiteturas de prédios, casas, árvores e de milhares de acidentes naturais. 10:30h da manhã, é um dos horários mais perfeitos prá se filmar e fotografar, por que a luz é bem luminosa, branca, límpida e ainda projeta sombras bastante contrastadas, ideal para a revelação dos tão desejados DETALHES, qualidade cara à Fotografia.

Agora, quer ficar MALUCO meeeesmo ? Clica nessa imagem acima, prá ampliar e poder conferir seus detalhes. Alguma pista de onde ela seja? Checa bem eecom bastante atenção e volte aqui, que te explico já-já e em detalhes.


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VOLTOU ?

Pois trata-se do dia do discurso da posse do presidente dos Estados Unidos da América do Norte (percebeu a ênfase, bobinho? Presidente DOS Estados Unidos... Votado PELOS norte-americanos, PARA defender os interesses DOS norte-americanos...), em frente á Casa Branca, Washington D.C.

Volte na mesma imagem acima, com redobrada atenção...

Veja algumas manchas escuras, estranhas, que se agrupam como enormes enxames de formigas, espalhados em grupos pelo eixo central da imagem.

Sim, são enxames mesmo, mas feitos de MUITA GENTE, em frente aos telões!

São 12 (DOZE!) ENXAMES GIGANTESCOS DE MUUUUITA GENTE, com destaque para os mais à esquerda da imagem, ao redor do conhecido Obelisco (Obelix? ARRÁÁ!!! Então, é por isso o gordão gaulês ruivo carregava menires???) que tem no parque público.

Dá até prá fazer um RECENSEAMENTO bastante preciso e atualizado das GENTES incluindo carrinhos de alimentos, de bebês, ciclistas e o que mais voce PUDER enxergarque foram prestigiar o evento, onde eu estaría, se lá eu estivesse.... :)

Só não ía dar "tchauzinho", como fez um cara nesse Planeta Terra e , reza a lenda, correu no PC ver se ele mesmo não se via, acenando-se ... :D

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21 de fev. de 2009

RALPH WALDO EMERSON, lá se vão décadas!


Encontrei esse resumée fantastico no blog do jornalista Alessandro Martins, o excelente LIVROS&AFINS, com 45 frases de RALPH WALDO EMERSON, um sujeito que me estimula muito, desde que entre em contato com sua obra em 1986 (quando calouro de arquitetura na universiade Estadual de Londrina) e onde sempre vou beber água direto da sua fonte límpida e cristalina...

Façamos justiça: Com um sujeito lúcido e visionário desse tanto, em tempos antigos, receberia os apropriados nomes de PROFETA, de CHRISTO,de BUDA, de...

Bom... voce SABE!

Que tal considerá-lo tão somente um HUMANO e praticar apenas o dízimo do que ele, vamos dizer assim, ^prega^?
  1. Homens fracos acreditam na sorte. Homens fortes acreditam em causa e efeito.
  2. É fácil viver no mundo conforme a opinião das pessoas. É fácil, na solidão, viver do jeito que se quer. Mas o grande homem é aquele que, no meio da multidão, mantém com perfeita doçura a independência da solidão.
  3. Rir muito e com freqüência; ganhar o respeito de pessoas inteligentes e o afeto das crianças; merecer a consideração de críticos honestos e suportar a traição de falsos amigos; apreciar a beleza, encontrar o melhor nos outros; deixar o mundo um pouco melhor, seja por uma saudável criança, um canteiro de jardim ou uma redimida condição social; saber que ao menos uma vida respirou mais fácil porque você viveu. Isso é ter tido sucesso.
  4. Quero dizer o que eu penso e sinto hoje, com a condição de que talvez amanhã eu vá contradizer tudo.
  5. O prêmio por uma coisa bem feita é tê-la feito.
  6. A verdade sem dúvidas é linda; assim como as mentiras.
  7. O que nos outros chamamos de pecado, para nós é experiência.
  8. O silêncio que aceita o mérito como a coisa mais natural do mundo constitui o mais retumbante aplauso.
  9. Um amigo é uma pessoa com a qual posso ser sincero. Diante dele posso pensar em voz alta.
  10. Foi um grande conselho o que ouvi certa vez, dado a um jovem: «Faça sempre o que tiver medo de fazer».
ACOMPANHE NA ÍNTEGRA EM ... LIVROS&AFINS
__________________________________________
RETIRADO DE
http://livroseafins.com/2008/07/14/frases-ralph-waldo-emerson/
₢ ALESSANDRO MARTINS (JORNALISTA)
CONTATOS: http://livroseafins.com/contato/

28 de jan. de 2009

O ESCAMBÁU É O ESCAMBÁU!


GIRL IN KITCHEN HANDLING WHISK AND BOWL

De onde diabos vem a gíria brasileira "ESCAMBÁU", dita quando queremos elencar várias coisas ou procedimentos, à guisa de um bem-mais-que-convincente "etc"?

Por exemplo, concluímos uma afirmação assim:

i.) Ah, e eu sei lá?! Me pediu isso, aquilo, o escambáu!
ii.)
Vai, viaja aí, vou lá, na fila do banco, é o escambáu!
iii.)
Maquemané, que vai descer prá praia, é o escambáu!
iiii.) Falou um monte, xingou meio mundo, o escambáu!

Frequentemente, em Fóruns de Discussões no YahooGrupos e mais recenemente, nos Fóruns do Orkut, eu não perdía a deixa para grafar "escambaú" como sendo originado de "Whisky&Ball" e, para meu mais absoluto estarrecimento existencial, flambado em imodesta cama de generoso orgulho,o meu chiste filo-descritivo estava, ARRÁÁÀH!!!!!, 99% correto, pois...

...SUA ORIGEM, É E-XA-TA-MEN-TE ISTO!!!

MAN IN APRON WITH WHISK AND BOWL

O curioso nessas Listas de Discussões que contribuo é que, após eu grafar o nosso escambáu, corrompendo-o macarrônicamente ao inglês, não eram poucas as réplicas, seguidas de sorrisinhos ":)" destinados a mim, dizendo "cara... isso ficou MUITO engraçado", sem contar aqueles que me pediam "autorização prá usar essa grafia maluca aí"... :D

Então, Senhoras, Senhoritas, Meninas & Mulheres (os homens, vão tomar, eu lá quero ter suas atenções, se liguem, otários, vão ver a última versão do BBB, vão?...), eis em primeiríssima mão, pousando em Píxels Tupiniquins, a origem real do termo escambáu, alias...

ESCAMBÁU...

... é o Whisk And Bowl
, tá sabêindu?

Prá concluir, muito provavelmente, a frase original teria sido dita por algum Crô-Magnon das lides culinárias.

Aquele tipo de homem boçalizado, que não faría má figura em um puteiro decadente, que acha que cozinhar é roubada e que, depois de toda um etapa relativamente "complexa", ainda tería que bater ovos para a finalização de algum iguaría -até que bem frugal- onde ovos batidos dele façam parte, Batedor
e Tijela ...

(ou se preferir, agora que voce viu aqui, Whisk And Bowl)

... envolvidos na receita de tal prato,
evidentemente... 8)

Entremeados pelo artículo, exemplos do termo original:

I.) Na belíssima modelete chinesa preparando omeletes;

II.) O sempre robusto ator norte-americano John Goodman (ou sería um sósia do bom homem?) também em aventais e devidamente enfarinhado nas fuças;

III.) Nesse resgate abaixo "entregando" as etapas da Cerimônia do Chá, da qual pode se ocupar de 5h seguidas , num mundo onde cameras até já imprimem as fotos, malditas e onipresentes polaróides de pixels!

WOODEN SCOOP, WHISK AND BOWL
Starter Japanese Tea Ceremony Whisk and Bowl Set
This tea set is perfect for practicing the ancient art of the Japanese tea ceremony. The Japanese tea ceremony is a ritual rooted in Zen Buddhism in which matcha is prepared and served to guests in a calm and tranquil environment. In Japan, the host performs the tea ceremony wearing a kimono on a tatami, or woven straw mat. A formal tea ceremony can take up to 5 hours may include serving sweets and other food in addition to matcha. This Japanese Tea Ceremony Whisk and Bowl Set includes a bowl, whisk, wooden scoop, and a bamboo case. The following are instructions on performing your own Japanese tea ceremony:
  • Step 1: Pour warm water into the bowl.
  • Step 2: Empty the bowl of the warm water and add in 2 scoops of matcha powder with the wooden scoop.
  • Step 3: Add warm water into the bowl.
  • Step 4: Using the whisk, briskly whisk the matcha powder and the water together until the tea becomes lightly frothy.
  • Step 5: Remove the whisk and hold the bowl with both hands. Turn the bowl counter-clock wise twice and serve to guest.
Taí então... E prá finalizar com o bom uso do termo:

ESSE PRÉ-SAL AÍ,
É O ESCAMBÁU!

QUERO GASOLINA
À CEN-TA-VOS!

.
Bando de safados, explorando brasileiros, com riquezas dos brasileiros!

20 de dez. de 2008

EXÓTICOS


BUM! Ouço o estrondo seco e, depois, silêncio. Corri à janela
de meu estúdio,
escanerizando a ainda outonal paisagem de
Dezembro de 2005, pois dos sons
"ruins" e habituais, esse
configurava-se em uma espécie rara de "
familiar novidade".

Os mais comuns, são estrondos secos seguidos de muito
barulho (
pois nossa CMTU insiste em tratar as artérias
locais com displiscencia digna de bairros do
tipo deixa-prá
), as tantas capotagens após colidirem com 2 ou 3 carros.

Parados.


Nada.

Olho para o poste e noto o Transformador lá em cimão,
exalando fumaças,
como se tivesse acabado de degustar
um bom charuto baiano, os halos de
fumo branco se dis-
persando lentamente na frente do azul do céu ao fundo.


Escanerizo tudo e noto um Bem-Te-Ví inerte no chão da
calçada, o piador
que alegrava várias das manhãs da Rua
Paranaguá, jaz deitado no cimento numa
posição estranha,
meio de lado e... como se estivesse querendo sentar-se,

postura indigna demais, imprópria demais, até mesmo eu
diría "humanizada demais", para significar
algo de bom.

Instintivamente, como se pressentisse estar sendo muito
observado, resolvo
erguer o queixo e, de fato, lá do alto do
mesmo poste admiro a sua discreta
companheira fitando o
amigo lá embaixo, e, balançando a cabeça, ora para
a direita,
ora para a esquerda, talvez tentando entender, talvez até
mesmo
perguntando-se algo estranho como "Ué, mas então
ele vai resolver ficar deitado, ali embaixo... ATÉ QUANDO?
",

Irracionais, os animais, eles ensinaram-me, pelo observado,
demasiado cedinho, nessas escolas.... Demasiado cedinho.


Recolhi o animal, estranhamente quente, mole como um
pano em minha
mão, aproximei-o de meu rosto para admirar
de perto o seu "rosto", algo
de sublime num design elegante,
preciso, belo, as formas seguindo as
suas funções, me senti
deslocadamente mal, depositando-o em um... Latão de Lixo.


Passados alguns dias, de passagem pelo umbral, ouço um
farfalhar suave
no pequeno gramadinho do térreo, algo se
mexendo com dificuldade típica,
onde a escuridão promovia
o renascer dos nossos obscuros memoriais fantasmáticos.


Investigando, agora me surpreendo, entre sorridente e
algo apreensivo, meu
encontro com o filhote, um protótipo
em fase de pré-acabamento do pai
já morto, debatendo-se
com sua asa quebrada. Com custo e apavorado
de piorar a
sua já complicada situação, consigo pegá-lo com extrema e

mesurada delicadeza e, já tarde da noite, melhor instalá-lo
numa caixa
de sapatos e amanhã veremos como proceder,
não sem antes ter notado
uma fratura exposta, onde em nós
humanóides sería o antebraço, ossos
quais palito-de-dentes,
avícola do tamanho de um celular. Um celular dos PEQUENOS.


Manhã seguinte, o micro Bem-Te-Ví ainda vivo, alerta, olhos
esbugalhados
e um lutador, levei-o ao (onde mais?) Hospital
Veterinário da UEL, onde
lá desculpam-se num automático:

"
...não atendemos animais exóticos".

Fiquei mudo.


Desconfortado, entro em meu confortável carrão e, é claro,
caiu a ficha no
rolar suave em meu combate diário ao trânsito
estúpido, encenado por
idiotas nos condenando, um engano,
o atendente quis dizer-me, SIM, EU QUERO CRER, "
silvestre".

O ano? Era algum lá da Década de ´60. O investimento, um
pouco além dos 2
milhões de dólares. O projeto? Contratar
designers para redesenhar os topos
( terminações da corôa )
de todos os postes com mais de 50 anos de idade
que então
rasgavam ( via "progresso" ) as pradarias norte-americanas,
estas, com
suas imodestas 450 Milhões de Primaveras, todas
aniversariadas sem a ínfima, remota presença dos Humanos.


O motivo: Evitar as contínuas eletrocussões daquela que é
sua portentosa ave-símbolo
nacional, as Águias-de-Cabeça-
Branca, quase pré-extintas, pois seu porte
era bastante
similar ao do gabarito da distância entre fios energizados,

os quais as matavam quando as aves abriam suas grandi-
osas asas, assim
gerando o curto-circuito fatal e sua sen-
tença definitiva, sem ser a culpada.


Enquanto isso, um portentoso centro educacional e modelo
nacional, pelo
que pude inferir, prepara-se e aos seus para
uma dicotomia do futuro das
nossas mais recentes urbani-
dades, onde nossos animais... "de estimação"
* resumir-se-
ão à
Au-Aus e Miau-Miaus. Bem te vi, humano: Bem te vi !

,

,

*PS: Quando pequeno, imaginava-me ser possível, tão logo adulto me tornasse, comprar e importar um Dragão-de-Komodo adolescente e passear com ele pela vizinhança do bairro, claro que com ele completamente seguro e preso, atrelado à mim por uma coleira peitoral... ;)

.

30 de nov. de 2008

AJUDA à BLUMENAU

Destaco a grandiosa ajuda governamental à castigada Blumenau, feita pelo Sr. João Rodrigues Chaves, providenciando a distribuição de alimentos, ordenando a execução de obras emergenciais , autorizando a liberação de recurso financeiros e coordenando as coletas e a distribuição de donativos para socorro às vítimas das enchentes do Rio Itajaí, também conhecido em tupi pelo binômio Ytajahi-Açu, ou seja, de um rio que fica grande.

Me lembra as bizarrías brasileiríssimas de ITAORNA, "pedra podre" (local onde engenheiros escolheram prá erguer a Usina Nuclear de Angra dos Reis, num pais plenamente hidráulico) e CUM´BICA, "nuvem baixa" (local onde os engenheiros esolheram para erigir o Aeroporto Internacional homônimo).

Aliás, esse "Seo" João até mereceria uma estátua à beira-rio em breve (cujo nariz ficasse acima da linha d´água nas enchentes, em respeito ao nobilíssimo cidadão), não fosse pelo fato deste Presidente da Província do Império do Brazil ter realizado tais nobilíssimas façanhas, num longínquo ano de 1880.

Isto que os próprios locais, lembram sempre de suas histórias, veja:


" No dia 2 de Outubro de 1911 acontece aquela que foi a maior enchente jamais
vista em Blumenau. As águas do Rio Itajaí-açú alcançaram 16,27 metros. Duas
outras enchentes situam-se em 2º. e 3º. Lugar no “ranking”. A chamada “grande
enchente” de julho de 1983 que atingiu15,37 metros no dia 07. Foi a mais catas-
trófica de todas. A cidade ficou inundada por 10 dias. Em 06 e 07 de Agosto,
ainda não recuperados do ano interior, os blumenauenses são surpreendidos
por outra enchente. Desta vez atingindo 15,67 metros. Felizmente foram só
dois dias 06 e 07 de Agosto."


Este é o verdadeiro Brasil, país de todos e onde o brasileiro de verdade mora, vive, trabalha e habita. Blumenau já teve sessenta e seis (66!) enchentes problemáticas desde então e, como na indústria da seca do nordeste, seus governos sucessivamente incompetentes, assistem o ceifar de vidas, até que poucas, dada a tragédia anunciada, lá se vão quase 150 anos.

Arquitetos, Geógrafos, Biólogos, não se cansam em alertar da ocupação irregular de encostas, teimosía em não considerar a Cota Histórica das Enchentes (disponível em anotações minuciosas desde 1880!), servindo mais uma vez à justificar um Governo Municipal inoperante, um Governo Estadual omisso, um Governo Federal oportunista, liberando oportunos DOIS BILHÔES DE REAIS no afoagadilho, com perdão do trocadilho absurdamente infame, face á tragédia e da necessidade urgente de solidariedade inadiável.

Se nem depois do ladrão, nossos irmãos blumenautas querem por a tranca, me sinto autorizado em despachar uns calções de banho, prá continuarem espadanando em suas histórias, apesar de ter feito meu depósito bancário hoje, em solideriedade às vitimas ditas "inocentes".

Pois desconfio que vão reconstruir suas vidas exatamente como dantes, expondo-se e aos seus, inutilmente, à futuras tragédias eternamente pré-anunciadas, como pescadores ignaros que refazem cabanas, mesmo que as águas da ressaca a tenham destruído pela undécima vez.

Perseverança é um coisa. Irresponsabilidade, é uma outra coisa muito diferente e, se eu morasse naquelas áreas atingidas por tamnha destruição, ingressaría com pedidos quackbilionários de indenizações por improbidade administrativa (NO MÍNIMO) ao longo da calha do Rio Itajaí-Açú, desde que a grana saísse dos bolsos de Prefeitos, Vereadores e Governadores de Santa Catarina.


Entretanto...

... nós por aqui, com os Pés Vermelhos, temos muito o que lamentar dentro de nossas próprias casas, quais típicos Rôtos, criticando aos Esfarrapados...

Sim, pois enfrentamos outras "enchentes" tão nocivas quanto, que invadem nossos recursos públicos e parecem sempre assombrar nossos patrimônios de tempos em tempos, deixando rastros de destruição absoluta e de escabrosas impunidades sucessivas, escamoteáveis com liminares eleitorais, lembrando-nos acintosamente que nós também não aprendemos direito com nossos próprios erros domésticos.
Teremos mesmo esse futuro brilhante que se avizinha e que tanto sonhamos, trabalhando arduamente por ele ?

Ou a próxima "inundação" colocará tudo à perder, como sempre ?

Se a História só se repete como Farsa ou Tragédia, vou contrariar essa tal de História e ficar com nenhuma dessas duas opções, reinventando-a onde possível for.

Mãos à obra, pois!


CHRISTIAN STEAGALL-CONDÉ

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10 de set. de 2008

DNA

Se voce olhar pelo Google Earth, em qualquer cidade
brasileira com mais de 100 anos ( ou seja, estamos
falando da quase totalidade nas 5,5 mil Cidades...
),
voce vai notar uma ocupaçao do espaço, disponível e
individualizado do Lote Urbano, beirando seus 100%.

Um dos maiores problemas da Construçao Nacional,
sem dúvidas, trata-se da BRUTALÍSSIMA, QUASE
MALDITA herança cultural ibérica, mais justamente,
a Portuguesa: Temos Cidades Medievais "modernas".

O Segundo maior de nossos muitos problemas, é a
falta de profissional habilitado em momentos-chave
e isso, nao é na fase Cimento-Pedras-Areia, mas na
etapa crucial, sempre desconsiderada, do PROJETO.

Estamos falando do PROJETO e nao de um desenho
em uma folha de papel almaço ou rabiscos em um
caderno pautado... Arquitetura é prá profissionais.

o Terceiro maior dos problemas, falta quase eterna
de PLANEJAMENTO, seja no individual ou no coletivo
e o Quarto problema? Uma Burrice Pura & Simples...
onde demos um "jeitinho" de, muito educadamente,
chamarmos de "OPA!!! MAS EU DEI UM JEITINHO!"

Senao, radiografemos lá do alto, essas nossas multi
incompetencias nacionais e acompanhe nosso Brasil:

Pegue um naco de solo, numa Favela:
Terrenos de 5.00m x 5.00m ( cinco metros por cinco metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Pegue um Lote Urbano, tamanho PP:
Terrenos de 6.00m x 12.00m ( seis metros por doze metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Pegue um Lote Urbano, tamanho M:
Terrenos de 11.00m x 25.00m ( onze por vinte e cinco metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Pegue um Lote Urbano, tamanho G:
Terrenos de 20.00m x 35.00m ( vinte por trinta e cinco metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Pegue um Lote, de Condomínio Fechado:
Terrenos de 30.00m x 50.00m ( trinta por cinquenta metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Dúvidas? Dá uma checada no Google Earth e, etc, etc, etc...

E... ONDE ESTÁ ESCRITO QUE TEM QUE SER ASSIM?
Ah! isto está muito bem inscrito, em nosso DNA, pena!

Em Arquitetura ( e somente nela e por causa dela... ),
tem-se que O Espaço Nao-Edificado, É arquitetura.

E cabe a nós, os verdadeiros Profissionais do Canteiro,
a difícil mas necessária aventura, de instalar os guizos,
nos pescoços dessa quantidade infindável de gatos... 8)

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2 de set. de 2008

NA TORCIDA!

Hoje é um dia muito, mas muito triste prá mim,
talvez, o dia mais triste de minha existencia, de
todos os dias que no antes, achei ter vivenciado...

A proximidade tangível de perder uma pessoa
da qual voce ama, mal a conhecendo, faz com
que a escala das coisas se transforme em
algo que escapa de suas tentativas, sempre
tão inúteis, de compreensão dos por ques...

Estou quase perdendo uma, de minhas duas
filhas, ambas pré-maturas, gêmeas fraternas,
nascendo com 33 semanas, quando o ideal
seriam 40... Numa incubadeira, acabou tendo
contato com uma infecçao hospitalar grave.

É estranho como que, no fundo, não se quer
achar suspeitas, mas sim, constatar de como
e por que isso pode acontecer, com alguém
nascendo perfeita, e potencialmente abreviar
sua vida de forma tão abrupta, quase violenta
e assim, precavermos outros pais e mães de
um sofrimento muito proximo do incalculável.

Se nós a perdermos para essa tão grave e
tao letal ocorrencia
, algumas das religiões
terrenas, vão querer, prontamente, dar
lhe
o apelido prestimoso e inocente de ´anjinho´...

Acontecendo isso ( nao quero, é Ó-B-V-I-O ),
num século de
tanta informação disponível, de
máquinas complexas e espetaculares e com

pessoas bem qualificadas prá cuidar de vidas.

Anjinho...? Hmmm... Desculpe-me, mas nao.


Cá prá mim, ela é tão somente uma menina,
com páginas ainda em branco para que, por
ela mesma, sejam, uma-a-uma, preenchidas....

E a mulher que ela pode vir jamais se tornar,
já me fez, estranhamente, um homem melhor.

LUTE AÍ, MINHA MENINA E LUTE COM FORÇA!

SEU PAI ESTÁ NA TORCIDA, JUNTO CONTIGO!

.
PS: Louise melhorou, está em casa e dá MUITAS RISADAS como palhaço do pai dela, um babão GIGA-APAIXONADO por ela, 24h/dd...

28 de fev. de 2008

À QUEIMA-ROUPA



Mais do que os atos apreciava sobremaneira as palavras chamando tudo que se pegasse com as mãos de ´´artefato´´ fosse numa fazenda alquebrada stand de tiro imitando filmes guaritas sufocantes barracos provisórios numa favela solidificando o fracasso definitivo mansões em estilo bolos-de-noiva bancos fingindo lugares bacanas ou quando estava mal guardado na terceira gaveta da mesa de um escritório quando não em cima do guarda roupas tudo prá ele era ´´artefato´´ brincava desenhando palavras similares arte e fato arte e ofício arte oficial artificial artifício fogos de Reveillons fogo apagou cessar fogo afogados não deveriam ser àqueles queimados pelo fogo perguntava-se sorrindo nunca mais foi exatamente o mesmo após incursão solitária ao Deutsches Museum na sempre tão austéra Mûnchen especialmente numa ala reservada aos tais ´´artefatos´´ de sua vergonhosa paixão por demais reprimida enormes de dificil condução e locomoção imaginava pesada calibragem um tipo de municiamento individualizado cartuchos metálicos recarregados por trás imensos tripés servindo de apoio para os disparos únicos miras em óticas rudimentares porém precisas muita madeira quantos anos até suas portabilidades óbvias e tão disseminadas hoje vindo tudo em plástico belo museu no meu país isto é sucata merda de governo atrasado inútil e caro esse que temos nunca respeitando nada nem ninguém.

Pensava no maleiro do guarda roupas de sua belíssima casa o esquecido artefato de fabrico germânico discretamente lubrificado nas ranhuras por onde se instalava uma luneta por ora ainda inexistente honrosamente protegido e embrulhado em grossa camurça ou seria um retalho de nobuk o coldre protetor original em couro marrom escuro polido como sapatos de festa desgastara à muito num filme com nazistas viu de relance uma idêntica quanto será que vale uma dessas no mercado paralelo hoje brincava que o pobre animal cuja pele agora protegia a valiosa herança da armoría mecânica do século passado e talvez funcional bem que podia ter sido vítima de seus próprios disparos oras que estultice a minha se reprovava rindo mais do que os fatos especialmente apreciava sobremaneira as segundas feiras na contra mão dos seus cento e oitenta e cinco milhões de cordiais brasileiros menos dez milhões deles analfabetos talvez nadando contra a maré do planeta inteiro agradava a idéia seminal infalível
semanal sublimada na oportunidade eterna grátis genial do recomeçar empresa para poucos e destemidos valentes naquele dia espetacularmente cheio produtivo instigante mas sem revézes avançar vida é uma viagem de ida costumava dizer triunfante "vida é uma viagem de ida" seu pai tirando sarro acrescentou um "idade".

Trânsito desgraçado como sempre na cidade tão pequena com motoristas tão estúpidos correm tanto imperitos negligentes e imprudentes só prá voltarem o quanto antes prás suas vidas vazias e sem sentido algum sem a menor noção do que podem gerar de posse da máquina na durabilíssima tristeza iludidos por heróis imolados nas pistas famílias sem diálogo castigos baseados na supressão provisória de bens materiais como fazemos com os cães funerárias seriais à todo vapor ainda assim sorria checando placas de velocidade máxima e as obedecendo no apreciar do mutar lento e gelógico da paisagem urbana desincorporado da selvageria no achar de vaga apertada oportunidade de exibir habilidades sempre elogiadas nessas horas tão masculinas de fato manobrava com perícia invejável mesmo no escuro como se adivinhando suas próprias dimensões e as do entorno imediato não raro pára-choques espaçados entre carros por centímetro de vão algo remexeu na calçada à esquerda entre o pára-brisas traseiro com uma fina linha horizontal dourada do desembaçador rompida e o vidro do passageiro
de trás vulto humano de atitudes simiescas sem aviso permissão ou tolerância ouviu algo nem olhou mas sua mão direita fez um não não obrigado balançando em direção ao primata quando ouviu réplica que o paralisou seu carro póde até ser riscado doutor vociferou repita o insolente desconversa o estudando discretamente se esse carro aqui na minha frente for riscado eu te acho no inferno seu filhodaputa o vulto resmungou algo como ele fizera à pouco andando sem se virar pensou chega isso passou do controle merda de governo atrasado inútil e caro esse que temos nunca respeitando nada nem ninguém.

P
ensou no artefato alemão talvez oxidado de tão enfiado no maleiro não não muito velho destreinado poderia nem funcionar e fazer besteira ou ficar vulnerável loja grande adentro encontra os belos sapatos dos quais precisava à tempos desviou da rota lá dentro mesmo rumando à vitrine reservada nos fundos onde artefatos eram exibidos sob grosso vidro trancado à chave perguntava como podem preciosidades evoluídas do pós guerra como aquelas podendo ser comercializadas assim sem cerimônia alguma o vendedor confessa baixinho num sorriso olha por mim qualquer sujeito tinha que treinar por uns dois anos antes de sair como um idiota disparando à esmo mas com crediário de hoje em dia até mulheres saem daqui com uma e voces deixam isso acontecer rindo nervosamente e com medo de uma delas me ouvir sei lá fazer o que é o dinheiro que conta temos que vender o que um cliente quer e o que fazem com isso depois acaba alí no pacotes rindo ambos apontei a que eu queria tão linda já namorando em segrêdo desde à muito de uma revista temática exclusivamente abordando só daqueles artefatos alguns bem antigos mas a maioria modernos lançamentos da indústria de todo o mundo tecnológico, a evolução da ótica e de matérias primas alternativas, tão fundamentais, incluídas.

Perguntei da documentação por que só nessas horas fico temeroso de tão antiga meu rosto jovial e algo bravio na foto com data numerada no peito ele disse só lá no caixa pago com cheque sim meu deus as coisas evoluiram mesmo sentindo minha premeditação iminente e inegociável não quer aproveitar e levar munição extra nunca se sabe na hora sorrindo maliciosmente cúmplice tá legal o que é que voce tem aí no caixa pergunto mas é só sim senhor obrigada meu deus sai com uma
indiscreta sacola plástica marcando meus dedos sapatos novos incluídos há dez anos se muito seria um discreto pacote fechado no papel com barbante andando como se os outros soubessem o que eu levava sonhos obsequiosos de cidadania me afogavam no carro mesmo à luz do dia manuseei sem menores constrangimentos minha nova aquisição cidadã meu arsenal doméstico crescente prá ter intimidades com ela mais tarde sim quase uma prolongação da sua mão e claro do cérebro chequei cada mecanismo cada detalhe o design hoje é mais ortogonal sem carregá-la ensaiei um único disparo à seco minando na parede vazia tal como casa modernista sem medo algum apenas prá ver como se comportava meu deus eletrônica embarcada até nisto um laser automático embutido dormi estranhamente sorridente não perco mais um disparo sequer.

Noite dessas prestigiando feira de agricultores com seus sadíos produtos naturais premiados vagens abóboras varas de cana milho pipoca caquis secos nozes pecan dulcíssimas quem sabe levar algumas gosto de ir armado nesse lugares vaga à vista dirigi com precisão divisei de novo o agora cada vez mais familiar vulto simiesco mas é outro exemplar obeso ameaçador insolente similar ouço déiláo doutor melhor pagar agora se não já viu parei de escutar o mundo à volta
merda de governo inútil e caro esse que temos nunca respeitando nada nem ninguém minha cabeça entrou num túnel meu dedo coçou prevenido saquei meu artefato engatilhei sem aviso nem mirei muito bem confesso pensar que já cheguei a errar feio no começinho acertando só da cintura prá baixo pelo menos nunca decepei cabeças essas coisas voce só percebe a desgraçeira toda bem mais tarde na hora não dá é só turbilhão apertei o dedo com suavidade notei que minha mandíbula inferior pressionou a arcada de cima com discreta violência engraçado como também mastigamos o nada quando manuseamos uma inocente tesoura e papel talvez calibrando o ferramental ou seria uma força extra na ajuda do corte mordendo.

Nem pisquei meus olhos no flash potente de luz explodindo à minha frente iluminando a noite juro que ví um animal assustado me encarando no escuro o seco e discreto estalar do mecanismo de disparo invisível nessa altura foi quase como um clique suave natural da arma agora letal o mero aperto de um botão dos milhares de botões que apertamos todos os dias imagine somando os do teclado do computador senhas às centenas banco instrumentos musicais consoles de jogos eletrônicos meu deus tantos anos e ainda domino essa prática como se meu último disparo tivesse sido dado sei lá anteontem correria imediata de outros símios idênticos atraídos alí não tive a menor das dúvidas ato contínuo mirei instintivamente primeiro nos órgãos vitais como o instrutor me demonstrara pacientemente as vezes pegando o artefato junto com minha mão tremida depois ajustei a mira para o meio da cabeça de cada um deles e disparei um a um apontava disparava movia a mão alguns graus para o meio da cabeça do outro desgraçado mirava disparava até atingir todos os quatro faltantes coisa de cinco segundos o primeiro já era fiz exatamente como os filmes nos ensinam em menos de dois minutos o lugar ficou limpo olhei em volta por tudo atento sem testemunha ocular alguma ficou engraçadamente decepcionado.

Curti demais a feira comprei legumes premiados lindíssimos rí com amigos velhos após meu embate fatal com
novos inimigos minha língua queimando querendo confessar resisto retorno ao carro calçadas agora absolutamente desertas um carro da polícia passa penso chamá-los deixa quieto já foi em casa manuseei com carinho redobrado o artefato quase idolatrando-o pelo seu simples existir no me defender tão bem descarreguei-o por segurança nem o escondi será que aquela verdadeira relíquia a minha máquina sem uso do maleiro vale alguma coisa espantado não disse "artefato" semana que vem terei mais um evento mais um confronto usarei minha mais nova arma letal em nome da minha cada vez mais vilipendiada cidadania um disparo um ponto e pronto depois de tudo já feito eu te conto nos diz malicioso sorridente manuseando fotos antigas agora resguardadas dentro de uma nova caixa de sapatos, enquanto as novas imagens são transferidas de uma máquina para a outra artefato dialogando com artefato para o seu computador como mágica caralho que cara de bunda esse flanelinha filho de uma puta tem merda de governo atrasado inútil e caro esse que temos nunca respeitando nada nem ninguém !


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