28 de jan. de 2009

O ESCAMBÁU É O ESCAMBÁU!


GIRL IN KITCHEN HANDLING WHISK AND BOWL

De onde diabos vem a gíria brasileira "ESCAMBÁU", dita quando queremos elencar várias coisas ou procedimentos, à guisa de um bem-mais-que-convincente "etc"?

Por exemplo, concluímos uma afirmação assim:

i.) Ah, e eu sei lá?! Me pediu isso, aquilo, o escambáu!
ii.)
Vai, viaja aí, vou lá, na fila do banco, é o escambáu!
iii.)
Maquemané, que vai descer prá praia, é o escambáu!
iiii.) Falou um monte, xingou meio mundo, o escambáu!

Frequentemente, em Fóruns de Discussões no YahooGrupos e mais recenemente, nos Fóruns do Orkut, eu não perdía a deixa para grafar "escambaú" como sendo originado de "Whisky&Ball" e, para meu mais absoluto estarrecimento existencial, flambado em imodesta cama de generoso orgulho,o meu chiste filo-descritivo estava, ARRÁÁÀH!!!!!, 99% correto, pois...

...SUA ORIGEM, É E-XA-TA-MEN-TE ISTO!!!

MAN IN APRON WITH WHISK AND BOWL

O curioso nessas Listas de Discussões que contribuo é que, após eu grafar o nosso escambáu, corrompendo-o macarrônicamente ao inglês, não eram poucas as réplicas, seguidas de sorrisinhos ":)" destinados a mim, dizendo "cara... isso ficou MUITO engraçado", sem contar aqueles que me pediam "autorização prá usar essa grafia maluca aí"... :D

Então, Senhoras, Senhoritas, Meninas & Mulheres (os homens, vão tomar, eu lá quero ter suas atenções, se liguem, otários, vão ver a última versão do BBB, vão?...), eis em primeiríssima mão, pousando em Píxels Tupiniquins, a origem real do termo escambáu, alias...

ESCAMBÁU...

... é o Whisk And Bowl
, tá sabêindu?

Prá concluir, muito provavelmente, a frase original teria sido dita por algum Crô-Magnon das lides culinárias.

Aquele tipo de homem boçalizado, que não faría má figura em um puteiro decadente, que acha que cozinhar é roubada e que, depois de toda um etapa relativamente "complexa", ainda tería que bater ovos para a finalização de algum iguaría -até que bem frugal- onde ovos batidos dele façam parte, Batedor
e Tijela ...

(ou se preferir, agora que voce viu aqui, Whisk And Bowl)

... envolvidos na receita de tal prato,
evidentemente... 8)

Entremeados pelo artículo, exemplos do termo original:

I.) Na belíssima modelete chinesa preparando omeletes;

II.) O sempre robusto ator norte-americano John Goodman (ou sería um sósia do bom homem?) também em aventais e devidamente enfarinhado nas fuças;

III.) Nesse resgate abaixo "entregando" as etapas da Cerimônia do Chá, da qual pode se ocupar de 5h seguidas , num mundo onde cameras até já imprimem as fotos, malditas e onipresentes polaróides de pixels!

WOODEN SCOOP, WHISK AND BOWL
Starter Japanese Tea Ceremony Whisk and Bowl Set
This tea set is perfect for practicing the ancient art of the Japanese tea ceremony. The Japanese tea ceremony is a ritual rooted in Zen Buddhism in which matcha is prepared and served to guests in a calm and tranquil environment. In Japan, the host performs the tea ceremony wearing a kimono on a tatami, or woven straw mat. A formal tea ceremony can take up to 5 hours may include serving sweets and other food in addition to matcha. This Japanese Tea Ceremony Whisk and Bowl Set includes a bowl, whisk, wooden scoop, and a bamboo case. The following are instructions on performing your own Japanese tea ceremony:
  • Step 1: Pour warm water into the bowl.
  • Step 2: Empty the bowl of the warm water and add in 2 scoops of matcha powder with the wooden scoop.
  • Step 3: Add warm water into the bowl.
  • Step 4: Using the whisk, briskly whisk the matcha powder and the water together until the tea becomes lightly frothy.
  • Step 5: Remove the whisk and hold the bowl with both hands. Turn the bowl counter-clock wise twice and serve to guest.
Taí então... E prá finalizar com o bom uso do termo:

ESSE PRÉ-SAL AÍ,
É O ESCAMBÁU!

QUERO GASOLINA
À CEN-TA-VOS!

.
Bando de safados, explorando brasileiros, com riquezas dos brasileiros!

20 de dez. de 2008

EXÓTICOS


BUM! Ouço o estrondo seco e, depois, silêncio. Corri à janela
de meu estúdio,
escanerizando a ainda outonal paisagem de
Dezembro de 2005, pois dos sons
"ruins" e habituais, esse
configurava-se em uma espécie rara de "
familiar novidade".

Os mais comuns, são estrondos secos seguidos de muito
barulho (
pois nossa CMTU insiste em tratar as artérias
locais com displiscencia digna de bairros do
tipo deixa-prá
), as tantas capotagens após colidirem com 2 ou 3 carros.

Parados.


Nada.

Olho para o poste e noto o Transformador lá em cimão,
exalando fumaças,
como se tivesse acabado de degustar
um bom charuto baiano, os halos de
fumo branco se dis-
persando lentamente na frente do azul do céu ao fundo.


Escanerizo tudo e noto um Bem-Te-Ví inerte no chão da
calçada, o piador
que alegrava várias das manhãs da Rua
Paranaguá, jaz deitado no cimento numa
posição estranha,
meio de lado e... como se estivesse querendo sentar-se,

postura indigna demais, imprópria demais, até mesmo eu
diría "humanizada demais", para significar
algo de bom.

Instintivamente, como se pressentisse estar sendo muito
observado, resolvo
erguer o queixo e, de fato, lá do alto do
mesmo poste admiro a sua discreta
companheira fitando o
amigo lá embaixo, e, balançando a cabeça, ora para
a direita,
ora para a esquerda, talvez tentando entender, talvez até
mesmo
perguntando-se algo estranho como "Ué, mas então
ele vai resolver ficar deitado, ali embaixo... ATÉ QUANDO?
",

Irracionais, os animais, eles ensinaram-me, pelo observado,
demasiado cedinho, nessas escolas.... Demasiado cedinho.


Recolhi o animal, estranhamente quente, mole como um
pano em minha
mão, aproximei-o de meu rosto para admirar
de perto o seu "rosto", algo
de sublime num design elegante,
preciso, belo, as formas seguindo as
suas funções, me senti
deslocadamente mal, depositando-o em um... Latão de Lixo.


Passados alguns dias, de passagem pelo umbral, ouço um
farfalhar suave
no pequeno gramadinho do térreo, algo se
mexendo com dificuldade típica,
onde a escuridão promovia
o renascer dos nossos obscuros memoriais fantasmáticos.


Investigando, agora me surpreendo, entre sorridente e
algo apreensivo, meu
encontro com o filhote, um protótipo
em fase de pré-acabamento do pai
já morto, debatendo-se
com sua asa quebrada. Com custo e apavorado
de piorar a
sua já complicada situação, consigo pegá-lo com extrema e

mesurada delicadeza e, já tarde da noite, melhor instalá-lo
numa caixa
de sapatos e amanhã veremos como proceder,
não sem antes ter notado
uma fratura exposta, onde em nós
humanóides sería o antebraço, ossos
quais palito-de-dentes,
avícola do tamanho de um celular. Um celular dos PEQUENOS.


Manhã seguinte, o micro Bem-Te-Ví ainda vivo, alerta, olhos
esbugalhados
e um lutador, levei-o ao (onde mais?) Hospital
Veterinário da UEL, onde
lá desculpam-se num automático:

"
...não atendemos animais exóticos".

Fiquei mudo.


Desconfortado, entro em meu confortável carrão e, é claro,
caiu a ficha no
rolar suave em meu combate diário ao trânsito
estúpido, encenado por
idiotas nos condenando, um engano,
o atendente quis dizer-me, SIM, EU QUERO CRER, "
silvestre".

O ano? Era algum lá da Década de ´60. O investimento, um
pouco além dos 2
milhões de dólares. O projeto? Contratar
designers para redesenhar os topos
( terminações da corôa )
de todos os postes com mais de 50 anos de idade
que então
rasgavam ( via "progresso" ) as pradarias norte-americanas,
estas, com
suas imodestas 450 Milhões de Primaveras, todas
aniversariadas sem a ínfima, remota presença dos Humanos.


O motivo: Evitar as contínuas eletrocussões daquela que é
sua portentosa ave-símbolo
nacional, as Águias-de-Cabeça-
Branca, quase pré-extintas, pois seu porte
era bastante
similar ao do gabarito da distância entre fios energizados,

os quais as matavam quando as aves abriam suas grandi-
osas asas, assim
gerando o curto-circuito fatal e sua sen-
tença definitiva, sem ser a culpada.


Enquanto isso, um portentoso centro educacional e modelo
nacional, pelo
que pude inferir, prepara-se e aos seus para
uma dicotomia do futuro das
nossas mais recentes urbani-
dades, onde nossos animais... "de estimação"
* resumir-se-
ão à
Au-Aus e Miau-Miaus. Bem te vi, humano: Bem te vi !

,

,

*PS: Quando pequeno, imaginava-me ser possível, tão logo adulto me tornasse, comprar e importar um Dragão-de-Komodo adolescente e passear com ele pela vizinhança do bairro, claro que com ele completamente seguro e preso, atrelado à mim por uma coleira peitoral... ;)

.

30 de nov. de 2008

AJUDA à BLUMENAU

Destaco a grandiosa ajuda governamental à castigada Blumenau, feita pelo Sr. João Rodrigues Chaves, providenciando a distribuição de alimentos, ordenando a execução de obras emergenciais , autorizando a liberação de recurso financeiros e coordenando as coletas e a distribuição de donativos para socorro às vítimas das enchentes do Rio Itajaí, também conhecido em tupi pelo binômio Ytajahi-Açu, ou seja, de um rio que fica grande.

Me lembra as bizarrías brasileiríssimas de ITAORNA, "pedra podre" (local onde engenheiros escolheram prá erguer a Usina Nuclear de Angra dos Reis, num pais plenamente hidráulico) e CUM´BICA, "nuvem baixa" (local onde os engenheiros esolheram para erigir o Aeroporto Internacional homônimo).

Aliás, esse "Seo" João até mereceria uma estátua à beira-rio em breve (cujo nariz ficasse acima da linha d´água nas enchentes, em respeito ao nobilíssimo cidadão), não fosse pelo fato deste Presidente da Província do Império do Brazil ter realizado tais nobilíssimas façanhas, num longínquo ano de 1880.

Isto que os próprios locais, lembram sempre de suas histórias, veja:


" No dia 2 de Outubro de 1911 acontece aquela que foi a maior enchente jamais
vista em Blumenau. As águas do Rio Itajaí-açú alcançaram 16,27 metros. Duas
outras enchentes situam-se em 2º. e 3º. Lugar no “ranking”. A chamada “grande
enchente” de julho de 1983 que atingiu15,37 metros no dia 07. Foi a mais catas-
trófica de todas. A cidade ficou inundada por 10 dias. Em 06 e 07 de Agosto,
ainda não recuperados do ano interior, os blumenauenses são surpreendidos
por outra enchente. Desta vez atingindo 15,67 metros. Felizmente foram só
dois dias 06 e 07 de Agosto."


Este é o verdadeiro Brasil, país de todos e onde o brasileiro de verdade mora, vive, trabalha e habita. Blumenau já teve sessenta e seis (66!) enchentes problemáticas desde então e, como na indústria da seca do nordeste, seus governos sucessivamente incompetentes, assistem o ceifar de vidas, até que poucas, dada a tragédia anunciada, lá se vão quase 150 anos.

Arquitetos, Geógrafos, Biólogos, não se cansam em alertar da ocupação irregular de encostas, teimosía em não considerar a Cota Histórica das Enchentes (disponível em anotações minuciosas desde 1880!), servindo mais uma vez à justificar um Governo Municipal inoperante, um Governo Estadual omisso, um Governo Federal oportunista, liberando oportunos DOIS BILHÔES DE REAIS no afoagadilho, com perdão do trocadilho absurdamente infame, face á tragédia e da necessidade urgente de solidariedade inadiável.

Se nem depois do ladrão, nossos irmãos blumenautas querem por a tranca, me sinto autorizado em despachar uns calções de banho, prá continuarem espadanando em suas histórias, apesar de ter feito meu depósito bancário hoje, em solideriedade às vitimas ditas "inocentes".

Pois desconfio que vão reconstruir suas vidas exatamente como dantes, expondo-se e aos seus, inutilmente, à futuras tragédias eternamente pré-anunciadas, como pescadores ignaros que refazem cabanas, mesmo que as águas da ressaca a tenham destruído pela undécima vez.

Perseverança é um coisa. Irresponsabilidade, é uma outra coisa muito diferente e, se eu morasse naquelas áreas atingidas por tamnha destruição, ingressaría com pedidos quackbilionários de indenizações por improbidade administrativa (NO MÍNIMO) ao longo da calha do Rio Itajaí-Açú, desde que a grana saísse dos bolsos de Prefeitos, Vereadores e Governadores de Santa Catarina.


Entretanto...

... nós por aqui, com os Pés Vermelhos, temos muito o que lamentar dentro de nossas próprias casas, quais típicos Rôtos, criticando aos Esfarrapados...

Sim, pois enfrentamos outras "enchentes" tão nocivas quanto, que invadem nossos recursos públicos e parecem sempre assombrar nossos patrimônios de tempos em tempos, deixando rastros de destruição absoluta e de escabrosas impunidades sucessivas, escamoteáveis com liminares eleitorais, lembrando-nos acintosamente que nós também não aprendemos direito com nossos próprios erros domésticos.
Teremos mesmo esse futuro brilhante que se avizinha e que tanto sonhamos, trabalhando arduamente por ele ?

Ou a próxima "inundação" colocará tudo à perder, como sempre ?

Se a História só se repete como Farsa ou Tragédia, vou contrariar essa tal de História e ficar com nenhuma dessas duas opções, reinventando-a onde possível for.

Mãos à obra, pois!


CHRISTIAN STEAGALL-CONDÉ

.

10 de set. de 2008

DNA

Se voce olhar pelo Google Earth, em qualquer cidade
brasileira com mais de 100 anos ( ou seja, estamos
falando da quase totalidade nas 5,5 mil Cidades...
),
voce vai notar uma ocupaçao do espaço, disponível e
individualizado do Lote Urbano, beirando seus 100%.

Um dos maiores problemas da Construçao Nacional,
sem dúvidas, trata-se da BRUTALÍSSIMA, QUASE
MALDITA herança cultural ibérica, mais justamente,
a Portuguesa: Temos Cidades Medievais "modernas".

O Segundo maior de nossos muitos problemas, é a
falta de profissional habilitado em momentos-chave
e isso, nao é na fase Cimento-Pedras-Areia, mas na
etapa crucial, sempre desconsiderada, do PROJETO.

Estamos falando do PROJETO e nao de um desenho
em uma folha de papel almaço ou rabiscos em um
caderno pautado... Arquitetura é prá profissionais.

o Terceiro maior dos problemas, falta quase eterna
de PLANEJAMENTO, seja no individual ou no coletivo
e o Quarto problema? Uma Burrice Pura & Simples...
onde demos um "jeitinho" de, muito educadamente,
chamarmos de "OPA!!! MAS EU DEI UM JEITINHO!"

Senao, radiografemos lá do alto, essas nossas multi
incompetencias nacionais e acompanhe nosso Brasil:

Pegue um naco de solo, numa Favela:
Terrenos de 5.00m x 5.00m ( cinco metros por cinco metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Pegue um Lote Urbano, tamanho PP:
Terrenos de 6.00m x 12.00m ( seis metros por doze metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Pegue um Lote Urbano, tamanho M:
Terrenos de 11.00m x 25.00m ( onze por vinte e cinco metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Pegue um Lote Urbano, tamanho G:
Terrenos de 20.00m x 35.00m ( vinte por trinta e cinco metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Pegue um Lote, de Condomínio Fechado:
Terrenos de 30.00m x 50.00m ( trinta por cinquenta metros ).
O cara, dono desse lote... invariavelmente faz o que?
CONSTRÓI, NOS 9O% DESSA METRAGEM
, é claro...

Dúvidas? Dá uma checada no Google Earth e, etc, etc, etc...

E... ONDE ESTÁ ESCRITO QUE TEM QUE SER ASSIM?
Ah! isto está muito bem inscrito, em nosso DNA, pena!

Em Arquitetura ( e somente nela e por causa dela... ),
tem-se que O Espaço Nao-Edificado, É arquitetura.

E cabe a nós, os verdadeiros Profissionais do Canteiro,
a difícil mas necessária aventura, de instalar os guizos,
nos pescoços dessa quantidade infindável de gatos... 8)

:: ::

2 de set. de 2008

NA TORCIDA!

Hoje é um dia muito, mas muito triste prá mim,
talvez, o dia mais triste de minha existencia, de
todos os dias que no antes, achei ter vivenciado...

A proximidade tangível de perder uma pessoa
da qual voce ama, mal a conhecendo, faz com
que a escala das coisas se transforme em
algo que escapa de suas tentativas, sempre
tão inúteis, de compreensão dos por ques...

Estou quase perdendo uma, de minhas duas
filhas, ambas pré-maturas, gêmeas fraternas,
nascendo com 33 semanas, quando o ideal
seriam 40... Numa incubadeira, acabou tendo
contato com uma infecçao hospitalar grave.

É estranho como que, no fundo, não se quer
achar suspeitas, mas sim, constatar de como
e por que isso pode acontecer, com alguém
nascendo perfeita, e potencialmente abreviar
sua vida de forma tão abrupta, quase violenta
e assim, precavermos outros pais e mães de
um sofrimento muito proximo do incalculável.

Se nós a perdermos para essa tão grave e
tao letal ocorrencia
, algumas das religiões
terrenas, vão querer, prontamente, dar
lhe
o apelido prestimoso e inocente de ´anjinho´...

Acontecendo isso ( nao quero, é Ó-B-V-I-O ),
num século de
tanta informação disponível, de
máquinas complexas e espetaculares e com

pessoas bem qualificadas prá cuidar de vidas.

Anjinho...? Hmmm... Desculpe-me, mas nao.


Cá prá mim, ela é tão somente uma menina,
com páginas ainda em branco para que, por
ela mesma, sejam, uma-a-uma, preenchidas....

E a mulher que ela pode vir jamais se tornar,
já me fez, estranhamente, um homem melhor.

LUTE AÍ, MINHA MENINA E LUTE COM FORÇA!

SEU PAI ESTÁ NA TORCIDA, JUNTO CONTIGO!

.
PS: Louise melhorou, está em casa e dá MUITAS RISADAS como palhaço do pai dela, um babão GIGA-APAIXONADO por ela, 24h/dd...

28 de fev. de 2008

À QUEIMA-ROUPA



Mais do que os atos apreciava sobremaneira as palavras chamando tudo que se pegasse com as mãos de ´´artefato´´ fosse numa fazenda alquebrada stand de tiro imitando filmes guaritas sufocantes barracos provisórios numa favela solidificando o fracasso definitivo mansões em estilo bolos-de-noiva bancos fingindo lugares bacanas ou quando estava mal guardado na terceira gaveta da mesa de um escritório quando não em cima do guarda roupas tudo prá ele era ´´artefato´´ brincava desenhando palavras similares arte e fato arte e ofício arte oficial artificial artifício fogos de Reveillons fogo apagou cessar fogo afogados não deveriam ser àqueles queimados pelo fogo perguntava-se sorrindo nunca mais foi exatamente o mesmo após incursão solitária ao Deutsches Museum na sempre tão austéra Mûnchen especialmente numa ala reservada aos tais ´´artefatos´´ de sua vergonhosa paixão por demais reprimida enormes de dificil condução e locomoção imaginava pesada calibragem um tipo de municiamento individualizado cartuchos metálicos recarregados por trás imensos tripés servindo de apoio para os disparos únicos miras em óticas rudimentares porém precisas muita madeira quantos anos até suas portabilidades óbvias e tão disseminadas hoje vindo tudo em plástico belo museu no meu país isto é sucata merda de governo atrasado inútil e caro esse que temos nunca respeitando nada nem ninguém.

Pensava no maleiro do guarda roupas de sua belíssima casa o esquecido artefato de fabrico germânico discretamente lubrificado nas ranhuras por onde se instalava uma luneta por ora ainda inexistente honrosamente protegido e embrulhado em grossa camurça ou seria um retalho de nobuk o coldre protetor original em couro marrom escuro polido como sapatos de festa desgastara à muito num filme com nazistas viu de relance uma idêntica quanto será que vale uma dessas no mercado paralelo hoje brincava que o pobre animal cuja pele agora protegia a valiosa herança da armoría mecânica do século passado e talvez funcional bem que podia ter sido vítima de seus próprios disparos oras que estultice a minha se reprovava rindo mais do que os fatos especialmente apreciava sobremaneira as segundas feiras na contra mão dos seus cento e oitenta e cinco milhões de cordiais brasileiros menos dez milhões deles analfabetos talvez nadando contra a maré do planeta inteiro agradava a idéia seminal infalível
semanal sublimada na oportunidade eterna grátis genial do recomeçar empresa para poucos e destemidos valentes naquele dia espetacularmente cheio produtivo instigante mas sem revézes avançar vida é uma viagem de ida costumava dizer triunfante "vida é uma viagem de ida" seu pai tirando sarro acrescentou um "idade".

Trânsito desgraçado como sempre na cidade tão pequena com motoristas tão estúpidos correm tanto imperitos negligentes e imprudentes só prá voltarem o quanto antes prás suas vidas vazias e sem sentido algum sem a menor noção do que podem gerar de posse da máquina na durabilíssima tristeza iludidos por heróis imolados nas pistas famílias sem diálogo castigos baseados na supressão provisória de bens materiais como fazemos com os cães funerárias seriais à todo vapor ainda assim sorria checando placas de velocidade máxima e as obedecendo no apreciar do mutar lento e gelógico da paisagem urbana desincorporado da selvageria no achar de vaga apertada oportunidade de exibir habilidades sempre elogiadas nessas horas tão masculinas de fato manobrava com perícia invejável mesmo no escuro como se adivinhando suas próprias dimensões e as do entorno imediato não raro pára-choques espaçados entre carros por centímetro de vão algo remexeu na calçada à esquerda entre o pára-brisas traseiro com uma fina linha horizontal dourada do desembaçador rompida e o vidro do passageiro
de trás vulto humano de atitudes simiescas sem aviso permissão ou tolerância ouviu algo nem olhou mas sua mão direita fez um não não obrigado balançando em direção ao primata quando ouviu réplica que o paralisou seu carro póde até ser riscado doutor vociferou repita o insolente desconversa o estudando discretamente se esse carro aqui na minha frente for riscado eu te acho no inferno seu filhodaputa o vulto resmungou algo como ele fizera à pouco andando sem se virar pensou chega isso passou do controle merda de governo atrasado inútil e caro esse que temos nunca respeitando nada nem ninguém.

P
ensou no artefato alemão talvez oxidado de tão enfiado no maleiro não não muito velho destreinado poderia nem funcionar e fazer besteira ou ficar vulnerável loja grande adentro encontra os belos sapatos dos quais precisava à tempos desviou da rota lá dentro mesmo rumando à vitrine reservada nos fundos onde artefatos eram exibidos sob grosso vidro trancado à chave perguntava como podem preciosidades evoluídas do pós guerra como aquelas podendo ser comercializadas assim sem cerimônia alguma o vendedor confessa baixinho num sorriso olha por mim qualquer sujeito tinha que treinar por uns dois anos antes de sair como um idiota disparando à esmo mas com crediário de hoje em dia até mulheres saem daqui com uma e voces deixam isso acontecer rindo nervosamente e com medo de uma delas me ouvir sei lá fazer o que é o dinheiro que conta temos que vender o que um cliente quer e o que fazem com isso depois acaba alí no pacotes rindo ambos apontei a que eu queria tão linda já namorando em segrêdo desde à muito de uma revista temática exclusivamente abordando só daqueles artefatos alguns bem antigos mas a maioria modernos lançamentos da indústria de todo o mundo tecnológico, a evolução da ótica e de matérias primas alternativas, tão fundamentais, incluídas.

Perguntei da documentação por que só nessas horas fico temeroso de tão antiga meu rosto jovial e algo bravio na foto com data numerada no peito ele disse só lá no caixa pago com cheque sim meu deus as coisas evoluiram mesmo sentindo minha premeditação iminente e inegociável não quer aproveitar e levar munição extra nunca se sabe na hora sorrindo maliciosmente cúmplice tá legal o que é que voce tem aí no caixa pergunto mas é só sim senhor obrigada meu deus sai com uma
indiscreta sacola plástica marcando meus dedos sapatos novos incluídos há dez anos se muito seria um discreto pacote fechado no papel com barbante andando como se os outros soubessem o que eu levava sonhos obsequiosos de cidadania me afogavam no carro mesmo à luz do dia manuseei sem menores constrangimentos minha nova aquisição cidadã meu arsenal doméstico crescente prá ter intimidades com ela mais tarde sim quase uma prolongação da sua mão e claro do cérebro chequei cada mecanismo cada detalhe o design hoje é mais ortogonal sem carregá-la ensaiei um único disparo à seco minando na parede vazia tal como casa modernista sem medo algum apenas prá ver como se comportava meu deus eletrônica embarcada até nisto um laser automático embutido dormi estranhamente sorridente não perco mais um disparo sequer.

Noite dessas prestigiando feira de agricultores com seus sadíos produtos naturais premiados vagens abóboras varas de cana milho pipoca caquis secos nozes pecan dulcíssimas quem sabe levar algumas gosto de ir armado nesse lugares vaga à vista dirigi com precisão divisei de novo o agora cada vez mais familiar vulto simiesco mas é outro exemplar obeso ameaçador insolente similar ouço déiláo doutor melhor pagar agora se não já viu parei de escutar o mundo à volta
merda de governo inútil e caro esse que temos nunca respeitando nada nem ninguém minha cabeça entrou num túnel meu dedo coçou prevenido saquei meu artefato engatilhei sem aviso nem mirei muito bem confesso pensar que já cheguei a errar feio no começinho acertando só da cintura prá baixo pelo menos nunca decepei cabeças essas coisas voce só percebe a desgraçeira toda bem mais tarde na hora não dá é só turbilhão apertei o dedo com suavidade notei que minha mandíbula inferior pressionou a arcada de cima com discreta violência engraçado como também mastigamos o nada quando manuseamos uma inocente tesoura e papel talvez calibrando o ferramental ou seria uma força extra na ajuda do corte mordendo.

Nem pisquei meus olhos no flash potente de luz explodindo à minha frente iluminando a noite juro que ví um animal assustado me encarando no escuro o seco e discreto estalar do mecanismo de disparo invisível nessa altura foi quase como um clique suave natural da arma agora letal o mero aperto de um botão dos milhares de botões que apertamos todos os dias imagine somando os do teclado do computador senhas às centenas banco instrumentos musicais consoles de jogos eletrônicos meu deus tantos anos e ainda domino essa prática como se meu último disparo tivesse sido dado sei lá anteontem correria imediata de outros símios idênticos atraídos alí não tive a menor das dúvidas ato contínuo mirei instintivamente primeiro nos órgãos vitais como o instrutor me demonstrara pacientemente as vezes pegando o artefato junto com minha mão tremida depois ajustei a mira para o meio da cabeça de cada um deles e disparei um a um apontava disparava movia a mão alguns graus para o meio da cabeça do outro desgraçado mirava disparava até atingir todos os quatro faltantes coisa de cinco segundos o primeiro já era fiz exatamente como os filmes nos ensinam em menos de dois minutos o lugar ficou limpo olhei em volta por tudo atento sem testemunha ocular alguma ficou engraçadamente decepcionado.

Curti demais a feira comprei legumes premiados lindíssimos rí com amigos velhos após meu embate fatal com
novos inimigos minha língua queimando querendo confessar resisto retorno ao carro calçadas agora absolutamente desertas um carro da polícia passa penso chamá-los deixa quieto já foi em casa manuseei com carinho redobrado o artefato quase idolatrando-o pelo seu simples existir no me defender tão bem descarreguei-o por segurança nem o escondi será que aquela verdadeira relíquia a minha máquina sem uso do maleiro vale alguma coisa espantado não disse "artefato" semana que vem terei mais um evento mais um confronto usarei minha mais nova arma letal em nome da minha cada vez mais vilipendiada cidadania um disparo um ponto e pronto depois de tudo já feito eu te conto nos diz malicioso sorridente manuseando fotos antigas agora resguardadas dentro de uma nova caixa de sapatos, enquanto as novas imagens são transferidas de uma máquina para a outra artefato dialogando com artefato para o seu computador como mágica caralho que cara de bunda esse flanelinha filho de uma puta tem merda de governo atrasado inútil e caro esse que temos nunca respeitando nada nem ninguém !


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5 de jan. de 2008

À PROCURA DO RAPÁICHE

Não, não se trata de Homilia Gay. Nem Delegado, à caça de
algum Fora-da-Lei. Ou da Polícia Militar, em algum mandato
de Busca & Prisão. Ou Moçoilas desesperadas por Çéquisso.

Também não se trata de um novo Buddah recém encarnado.

Trata-se da instituição nacional dessa tão grandiosa e quase
in/entendivel Nação Brasileira que nos define, conforma e é,
mesmo alguns de nós, vivendo estranhíssimo deslocamento.

É a figura do rapaz ou, na pronúncia da escumalha com um
indefectível sotaque luso-carioquês, o "RAPÁICHE". Alguém
DEVE ter falado disto antes, não tenho a menor das dúvidas
quanto á isto, mas eu percebo que a população dessas Néo-
personas tem-se multiplicado país afora quais coelhos, caso
saibas, ninhadas de coelhos brotam 10/15/20 nano-coelhos,
em 365dd, dá prá preencher a China Continental de coelhos,
como percebeu, nascituros Made In China, como quase tudo,
caso não saibas, equiparam os investidores internacionais de
´corajosos como coelhos´, o que dá uma idéia precisamente
exata, de como inter/agem, medrosos como são, os coelhos.

Não fosse La Naturaleza serví-los como farto alimento e dos
bons, e é por isto que exibe o BRUTAL par de orelhonas, um
faro ANIMAL ( perdão, bi-trocadalho ) e prá se safar de seus
muitos predadores, salta/corre rápido como um... COELHO!

E que diabos insidiosos vem a ser o tal RAPÁICHE? É bem
simplim, de tudo: Por princípio, Le Citoyen nem nome tem.

Então, vai ser exatamente por isso que damos o nome dele
Rapáiche, não duvidar que algum energúmeno, batize filho
em muito breve por Rapáiche Silva, visto que as contagens
de Juniôres, figurando em primeiro nome, figura pelo milhar.

O tróço FUNCIONA exatamente assim, SEM VARIAÇÕES:

Estou construindo uma casa. A Arquitetura é fascinante, por
causa de um negócio que me toquei já algum tempo: Nesse
ofício, seus gestôres tem que achar a coisa MAIS NATURAL
desse Universo juntar 7 Milhões de peçinhas soltas e vindas
de pelo menos 1.278 Fornecedores, fazendo com que todas
essas 7 Milhões de Peçitas Soltas entrem numa mesmíssima
linha de produção (o chamado ´canteiro´, original medieval
de cantaría, do ofício de cortar cantos nas pedras maciças
),
até mesmo a MIRRS, a Estação Orbital lá em cima mal tem
os 30 fornecedores, vai vendo/entendendo o que é construir.

Pois bem, cadê o RAPAZ? ´Dotô ( por que RAIOS chamam
de doutor, se eu não defendi Tese de Doutorado alguma ?),
Rapáiche ficou de passar aqui de manhã, mas ele não veio.

ARRÁÁH! Ei-lo! Alguém ficou de fazer algo e não o fez, mas,
alto lá, é só isso? Esse é o tal rapaz e pronto, finito, TheEnd
e não se habla mas nisso, e voce aí com essa história pueril ?

Seria fim, sim. Não fosse o fato de que o supra citado solver
T-O-D-O e QUALQUER problema relacionado a falta dalguma
coisa, note que quando ouvir um R-A-P-Á-I-C-H-E, instale
bem nas profundezas do seu hipotálamo uma espécie de bio-
alarme, dos mais escabrosos possíveis, quando for acioná-lo.

Pois quando o estribo vibrar na clóquea, a bigorna transmitir
pulsos dentro da sua cabeçinha, automaticamente voce vai
esboçar um tipo de sorriso marôto, quase uma auto-defesa
preservacionista, macaco ancestral balbuciando os mais que
intraduzíveis muchôchos, sim, compadre: TE ENGANARAM!

Aliás, fiquei de contar segrêdo valiosíssimo da Arquitetura,
que
só Iniciados, Picagrossas e Demiurgos da prancheta bem
o sabem,
e, uma vez decifrado, permitirá nortear aos comuns
mortais e todos
aqueles que não são do ofício a não comprar
gato por lebre, quando
o tema for a CONSTRUÇÃO DE CASAS.

Mas, sabe o que é? O Rapáiche do Bureaux, ainda não veio.
.
.
.

BRASIL, SOCIEDADE CONHECIDA



Inquilino novo no Predinho Comercial. Naturalmente,
ninguém é obrigado a adivinhar aquelas micropequeninas
coisas da Cultura Pré-Existente em determinados lugares.

Mas nós, os brasileiros, estamos, em quase a totalidade,
pouco se fodendo para isto, estejamos onde estivermos.

Uma vez ouvi de uma senhora na casa de seus bons e
excelentemente bem-vividos 60 anos ( não, ela não é
r
ica, tolinho... ) um relato assombroso, dela em visitas
aos principais Museus Europeus, envergonhada... com
os... brasileiros! SIM! Nossas afamadas ´alegrias de
viver´ e bastante decantada cordialidade, na verdade,
também podem -devem- ser traduzidas por profunda,
sombria, ABISSAL e sintomática falta de consideração
com esse tal de outro, que insiste em nos ´embaçar´.

De embaço em embaço, alertei ao nosso novo vizinho,
senhor perspicaz e interessado, da importância em não
agredir as linhas neoclássicas da arquitetura da fachada
do charmoso edifício de três andares à Rua Paranaguá,
onde convivem, simbioticamente digamos, consultórios
de psicologia, ateliers de arquitetura e construção, uma
representação comercial de impressoras/plotters, clínica
estética, esse tal estúdio de design, uma imobiliária, uma
algodoeira e uma agência de intercâmbio de estudantes.

Aliás, a representaçao Comercial de Impressoras/Plotters...


...retirou um identificador de aço escovado ( que eu mesmo
o desenhei e fui atrás da chapa de aço e de uma empresa
que tivesse uma calandra prá vincá-lo e cortá-lo, investindo
MEU tempo e dinheiro nisso... ) para que "o rapaz" pudesse
recortar o vinil e identificar a sua sala... O objeto nunca mais
retornou aos seus 4 furos na parede de alvenaria arenosa...

Vejam, o tal "rapaz" precisou de retirar o objeto de aço, que
estava aparafusado na parede, no hall comum, deixando os
4 furos aparentes... prá poder grudar meia dúzia de letrinhas
plásticas em durex colorido... ao invés de medir o objeto e...

ENFIM.

Nosso imbroglio paroquial consistia-se de algo fácil de
solver: O master franqueador da grife recém-instalada
queria enviar suas placas de identificação de fachada e,
tendo encenado mesuras recepcionistas primevas, recebi
um lay-out do que viria a ser, não sem solicitar alteração
simples e ordinária, no sentido de ( PQP! ), ´não agredir
as linhas neoclássicas... da arquitetura da fachada... deste
charmoso edifício...´´, etc., no que fui, sim, prontamente
atendido, lá se vão uns 365 dias, se tanto assim, que seja.

Não recebo um puto prá cuidar desta merda. O prédio
não é meu, a sala não é minha ( alugo duas delas... ) a
Paranaguá é onde eu apenas e tão somente trabalho e,
o que acontece, quando eu chego para mais um bom dia?

Eá? (como exclamava, prá minha alegria, dona Marietinha
de Lima Brizolla, minha avó enviuvada de meu Vô Foster
de ascendentes norte-americanos do Texas e da Georgia
pós Guerra da Secessão, tio-avô da Sra. Rita Lee-Jones )

No piscar das luzinhas de 2MIL & VII, na calada do dia,
nova fachada e nova logomarca se apresentam às "linhas
neoclássicas do charmoso edifício", SIM, ocultando essas
mesmas linhas, afinal, oras, prá que serve a arquitetura,
se não nos dispusermos à fodermos com ela como e com
os meios que temos, numa placa vistosa e iluminadíssima,
se possível (nunca se sabe!) enxergável por vôos noturnos?

Existem umas coisas na civilização e que nos impulsiona no
adiante ( exceto pelo fato de os Hiper-Ricos não abrirem
mão dos raros privilégios conquistados à custa de grande
morticínio e a quase irreversível devastação dos Recursos
Naturais, cegos na fé que a Tecnologia e suas grana$, prá
lá de pornográficas e iníquas, solverá tudo o que existir ),
que se trata de justamente, NÃO GANHARMOS UM PUTO
SEQUER, entretanto, melhorarmos o quê, no quê pudermos.



Eu até... iria inquirí-lo sobre o por quê disto, posto que ele
sabia do acôrdo de cavalheiros ( no passado, quando cá
me
instalei, a fachada mais parecia um puteirão de bêbadas
acabadássas, cada negócio cuidando só do seu negócio e de
sua placa, Batalha de Salames entre Eunucos Coprofágicos)
quando me caiu a ficha de como o Brasil Sociedade Anônima
de fato, funciona, 24h/Dia, 7dd/Semana, 30/Mes, 365dd/Ano.

Ele iria iniciar sua amistosísima e cordial DESCULPA assim, ó:

-NÃOSABOQUÉ QUIFÔI? ÓLHEUATÉFALEI PRÁÊLISQUI...

É até bem possível que sejamos mesmo, de fato, os reais
predestinados ao futuro, como Naçao e como Raça em todo
o planeta, dada nossas condiçoes geográficas e naturais.

Mas, isso se dará, vejam bem e entendam isto: No futuro.


Num longínquo, inalcançável, evangélico, promissor, futuro.

Entendeu bem... ou quer que eu desenhe ?
.

30 de nov. de 2007

MAQUIMANÉ, BANDÊRINGLEZA, QUINADA!


... A UNION JACK, NOS PASSEIOS DA PRAÇA CENTRAL ?

Voltou à baila na sempre e justificavelmente orgulhosíssima Pequena
Londres
a tal circunscrição da Union Jack, a portentosa bandeira
tripartite do Reino Unido, aquele mesmo que, nos estertôres do séc.
XIX gabava-se de ´ter o sol jamais se pondo sobre as terras de seu
vasto império´, quem diria, reproduzida no design dos passeios da
Praça Cívica, defronte á uma indefectível filial das indefectíveis Casas
Pernambucanas ( se elas se chamassem... Pern & Amb Buchannan´s House...
venderiam mais ?
) e bem ao lado da horrorosa, bizonha e vergonhosa
catedral católica, erigida em Tenda-de-Acampamento-Country
Style
(que o londrinense pronuncía ´´côntri´´) by Bunge, Aventis+Klepper Weber
Joint Ventures ou seja, um amplo Silo Graneleiro em duas águas mal
travestido de edificação supostamente... consagrada aos céus, isto,
após demolirem a elegante arquitetura Néo-Gótica anterior, sobrinha
dileta da Catedral da Sé, quem lá esteve sob suas naves, manja... e
nem tem que ser um pedante religioso prá se perceber a qualidade
metafísica daquela edificação (a da Sé, por favor, não a de Londrina).

Esse tema é treta velha: O professor de Arquitetura na UEL e Doutor
( doutor-doutor meeesmo, não esses médicos, advogados e engenheiros de quinta
categoria, de saltos-altos e se autoproclamando dotôres sempre que possível, dire-
tamente proporcionais à cultura da platéia
) em Urbanismo Humberto Tetsuya
Yamaki da UEL já havia alertado, principalmente à imprensa, dos
equívocos dessa analogia lá se vão anos, lembrando-nos que a prática
nunca foi inglêsa, muito menos uma homenagem da filha de Londres
em se tratando dos designs das Praças, dos Arruamentos & Afins.

De fato, se reservarmos um quadrilátero em qualquer área central e
se chamarmos alí de ´praça´, abandonando-a à própria sorte ( nada
que nossas prefeituras não tem feito tão bem...), seus usuários irão
trilhar caminhos que em tudo lembraria a tal bandeira, com o um ´´+´´
sobreposto á um ´´x´´, só faltando os tons em vermelho-branco-azul,
na verdade, a conjunção empilhada de três signos ancestrais, numa
verdadeira Salada-Russa Semiótica do Design Gráfico,
esmagando
à fórceps num único monograma a 1.) Cruz de São Jorge da ´matriz´
Brittish; 2.) Cruz de Santo André da ´´filial´´ escocêsa e 3.) Cruz de
São Patrício dos ´´anexados´´ irlandeses, lá se vão + de 1400 anos.

..............


Esses signos em formato de cruz nunca foram dos Evangélicos, dos
Católicos ou Símbolos da Morte ou Religações com os Céus (ou dos
HeadBangers e desavisados comedores de morcêgos, se exibidos
de ponta-cabeça ): São tão somente muuuuuuuuito antigos, sofrendo
ressignificações dados os contextos, tendo origens tanto na marcação
de um lugar ( Mapas do Tesouro, por ex. ) no Cruzamento das Rotas
Comerciais e de Trilhas conhecidas (gênese de centenas de cidades).

Não dá prá menosprezar nossos ancestrais e, SIM, desde que um de
nós percebeu-se no que hoje damos o nome de ´´criativos´´, ´´artistas´´
e quetais, os fodões do Mundo Gráfico já se manifestavam e nenhum
deles precisou esperar eclosão da Revolução Industrial, vide registros.

ORAS ! O cara que desenhou aquele bisão MAGNÍFICO em Lascaux,
cavernas situadas no sudoeste da França ? ...ELE ERA O CARA !!!!



Alguns autores acadêmicos ainda dão a entender que, em alguns dos
cantos obscuros das cavernas eram locais tidos ´´mágicos´´, onde a
escolha de um protuberância tridimensional para acomodar um Bisão,
com a cabeça desenhada exatamente numa rocha que lembrava o tal,
e mais a bruxuleante luz d´uma fogueira de carvalho, trazia tal animal
à vida, então, era um culto mágico, para os caras caçarem mais, etc.

EU NUNCA LÍ TAMANHA PÔRNO-BOBAGEM NA MINHA VIDA !
......................


Não chegamos à Lua rezando. Eletricidade não foi obtida por Monges.
A água Encanada não é produto de Freiras. O meu Notebook não foi
anunciado via Papa Clemêncio (quem?). Mohhammed não me avisou
do World Trade Center, como, aliás, me avisa de um Céu Exuberante
junto ao Altíssimo ( quão altíssimo? 200 andares ? 8.800m ? ) e, SIM,
à minha espera, com Virgens & Mel & Águas Frescas & Fontes Mil...

ORAS, se Mohammed ( a paz do altíssimo esteja com ele...) tivesse
nascido numa exuberante Amazônia, e não tivesse encarado muitos
e poderosos empresários de seu tempo, num cenário miseravelmente
árido, não teria sonhado com nada do que sonhou, sem a tal idolatría,
que o digam a nossa SUDENE, tetas nacionais da Indústria da Sêca...

O fujão não escreveria nada daquilo, pois se tem um lugar identico ao
céu da fé, fica lá na Calha Norte, com Virgens ( à garimpar... ), Méis
dos mais doces ( móle-móle ) e muita, MUITA água..., todos os três
itens, prometidos aos fiéis com bombas no peito, em periclitante falta
nos Desertos que eles mesmos criaram devorando madeiramento em
Barcos/Armas/Muralhas/Tronos/Casas/Templos/Bigas/Estátuas/Portas.

(Aliás, dá uma vontade de enxergar um Rio Amazonas no meio do Sahara, quando é
avistado bem de cima pelo Google Earth, que não é dificil imaginar-se algo insano
).

Joseph Smith nunca profetizou minha Leica M3 com 4Mp, talvez por
que estava ocupado com outras coisas mais importantes do que
minha Leica M3 com 4Mp. Mas ele nunca saberia de como minha
Leica M3 com 4Mp me é muito mais importante, do que o antes, o
imediato e o depois, sim, o HOJE. JÁ. AGORA. E também meu
AMANHÃ CEDINHO. E SÁBADO QUE VEM. E O DO-MIN-GO!

Pois o cara que acomodou o Bisão 3-D na rocha protuberante era,
ALÔ-ÔW? RÍLSTON? Era o LucasFilm do pedaço, tenha a Santa
Paciência, BatMan! Mania universal recente e rediviva essa, a de
menosprezar, diminuir, coisificar, descartar, desconsiderar assim,
o sujeito que eu mais admiro nesse mundo todo: Nós mesmos !

Está bem, alguém tinha que ir caçar, legal! Mas a-l-g-u-é-m, PQP!
desenhava.
E o fazia muito bem! Era o especialista ou, ao menos,
um cara de talento. Se contarmos o número de primatas bípedes,
nós, os Macacos mais Bonitões, Safos e Jabakwaras do pedaço
daqueles tempos bicudos, puxa vida! Vamos ver que nós eramos
mesmo os caras. Não tinhamos medo de nada. Por isso é que nós
prosperamos. Foi para/por causa disso, que descemos das árvores.

Claro que hoje em dia..., alguns desses Macacos Bonitões ainda
deseperdiçam suas existencias com as suas bundas acomodadas
numa poltrona em frente à TV, mesmo com uns R$200 mil no banco.
( CONHEÇO UM CARA ASSIM! ). Mas esses macacos ranhetas e
covardões também ficavam nas árvores, daqueles mesmo tempos.

TEMOS QUE ENTENDER, QUE NÓS NÃO SOMOS IGUAIS !

NUNCA ficaremos iguais e erram aqueles que tentam, tentaram e
tentarão o equalizar as nossas muitas diferenças (
Ainda bem! ),
vide
Pol Pot, Hitler, Lula, Castro, Bush I e II, Stalin, Evo, Tchávez....

Todos eles ( en passant... ), estranha e coincidentemente populares.

Voltando à bandeira inglesa na praça central de Londrina, t
al analogia
é forçada e serve bem mais à uma latente necessidade da Natureza
Humana ( vide as Religiões, os Cultos e as Seitas, contando-se na
casa das mais de 10.000 em todo o vasto planetinha
), de queremos
´conhecer os nossos pais´, interessante mecanismo sutil e latente que
foi brilhantemente codificado e apresentado ao mundo pelo austríaco
Sigmund Freud: Nós queremos des - esperadamente, ser alguém!

Ou pertencer à algo: Seja uma nação, um time, um bairro, um hobby,
um estado, uma região, uma religião, uma não-religião, uma língua,
um time, um condominio, rotary, um time, um sexo, comunidade no
orcute, praia, butéco e por aí e assim caminha nossa Humanidade...

: : : :

Quando queremos nos reportar à algo, normalmente, recorremos à
uma alegoria mais conhecida ou mais familiar, sempre no intuito de
ampliarmos nossa comunicação e, sendo possível, torná-la um pouco
mais eficiente, onde damos o nome deste mecanismo corriqueiro de
analogia. Analogia, lá nos dicionários, é ´´ o ponto de semelhança
entre coisas diferentes
´´. De analogías tacanhas, nosso país é tetra.

Basta recorrermos ao cargo máximo na política nacional republicana,
para aturarmos aquele que se gaba
de nunca ter sido lá muito afeito
aos livros e
aos bancos escolares, às referências ao ex-nobre football,
despoupando com uma cada vez mais impressionante frequencia e
rotatividade de taxímetro adulterado, nossas já combalidas paciências.

: : : :

A Arquitetura e o Design, não raro, sempre se valeram de analogias,
nossas casas são as árvores ressignificadas ( as cavernas j-a-m-a-i-s
corresponderam à 0,000001% dos abrigos possíveis, mas como ficaram intactas,
temos a nítida impressão que TODOS moramos nelas, no passado
), a escrita
são desenhos sofisticados de ícones da natureza ou das realidades sócio-culturais-econonômicas-psicológicas ancestrais, o carro é o
cavalo,
o supermercado a pradaria, o espaço longínquo, com suas
estrelas faiscantes, o sonho, mesmo que contemplemos o passado
delas, a luz nem mais existindo, apenas uma fotografia, desbotando...

Porém, com tanta história recente carecendo de muito resgate e de
maior apuração (inclusive nos ligando à insuspeita e discretíssima
Birigui no interior paulista, como um dos vetores iniciais de nossas
colonizações
), equiparar o desenho dos passeios da aludida praça
central de Londrina à bandeira inglêsa soa por demais juvenil, para
não afirmarmos desinformado, quase um deslumbramento caipira.

Ou talvez apenas necessidade
pura e simples de emoções baratas.

.

20 de ago. de 2007

Minox DCC Digital Classic Camera Leica M3


Minox DCC Digital Classic Camera Leica M3
WOAW! Foi a primeira impressão que tive, ao vislumbrar a surpresa que a antiga fabricante alemã havia preparado para a virada do século, ao miniaturizar a vintage Minox DCC Digital Classic Camera Leica M3 reduzida à um terço da escala, alimentada com microfilmes 16mm em película formato 8X11, revelação C-41 feita somente via Correios.

Famosa pelas spy-cams da Guerra Fria (é clichet e sempre tem um filme com cenas assim: Um cara secreto invade algum arquivo secreto n´alguma edificação secreta intransponível -ou quase- e saca do bolso secreto interno do paletó uma secreta Minox, fotografando -ARRÁáH!- plantas secretas! ) a Minox, na contra-mão do mundo digital, lançou com enorme sucesso esses nano-mimos do design, verdadeiro fetiche, digamos, quase-erótico, verificável entre 9 de 10 bons fotógrafos.

A Leica M III propriamente dita, a de filmes 35mm, veio ao mundo em 1954, tendo sido produzidas mais de 200.000 unidades até a última camera alemã entregue em 1968 e o ´grande segredo´ da sua quase incompreensível limpidez nas suas lentes polidas à mão tem berço e... nem é tão secreto assim: O seu designer, Ernst Leitz, prosperou fabricando microscópios, daí tendo surgida a lenda e criado-se o mito de seu impressionante DNA ÓPTICO, algo bem próximo do infalível.

WOAW! This was my first organic response/impressions when I realized a bit more about this big surprise from the old german factory built, to comemorate it is entries on XXI Century, miniaturizing the famous Leica M3 35mm Vintage about 1/3 of the scale. The first Minox succesfully miniaturzation works with the famous 8X11 films, also knowed as "half 16mm" cinema film. In fact, the 8X11, largely used on the pré-war Fit subminiature cameras, is a 16mm cutted in the middle, without the tracks. On Fit cameras, the film is curled as a diploma.

Minox is much more known as a SPY-CAMS manufacturer. On Cold War times, in real life or in dozen movies about it, ten in ten spy personnel invading some secret plant, carving som e secret file, inside a secret building, getting out the pocket a secret cam to take tpictures of a.. SECRET PLAN! The geraman manufacturer, against the next big world digital tide, launch this nano fetichist jewell, almost erotic, to Connaiseurs, not the whole public.

The Leica M-3 itself, the one wich works with "classical" 35mm film, come in this world in 1954 and 200,000 units of them was made till the last one in 1968. The "Secret Sauce" from it is almost unspeakeable and in a mist of mystery cleaness about his hand polished lenses has an answer and, if you know much more about the factory, it is not a so secret thing, watch out: His designer, Herr Ernst Leitz, it becomes healthy as a industrious man buildiong.. MICROSCOPES! It is from this statement tha the Leica legend born, wich explain the luminosity of it is glasses.

HEY! Credits all of mine, please, I will send you my bank account number to you, nice guy, make this... ;)


Ah! Por sinal, seja decente uma vez na vida, íntegro, honesto, ético e bacana: Agora voce tem o argumento, preciso como um míssil alemão, do por quê do mito Leica: É que ela nasceu muito mais como sendo um instrumento científico, do que uma câmera fotográfica. Créditos? Aqui: LondonCallingz. Minha C/C? Envio dados breve... :D


Sensualidades reprimidas à parte entre comuns mortais, Sebastião Salgado registra os seus impactantes ensaios com uma, original.

The world famous brazilian photographer, Mr. Sebastiao Salgado carry a lot of Leicas inside his luggage.



O velho mestre Henri Cartier-Bresson esmerilhou as poucas de suas Leicas ao limite, consta que a sua camera predileta, ainda (r)existe.

The creator of the "Decisive Moment" concept, Monsieur Henry-Cartier Bresson is a Leica devorater, using a dozen of them in his life as a unique photographer.


Pressentindo a ameaça do iminente tsunami digital, a fábrica, situada ao norte de Frankfurt e próxima de Bonn, surpreende mais uma vez o mundo dos escribas da luz, anunciando a mesmíssima miniatura da sua DCC Leica M3, agora em pixels, modestos 1.0Mb encontrados em muitos fones celulares mas convenhamos: Uma Leica...É uma Leica !


Evidentemente, se o que o fotógrafo procura é um equipamento refinado, não será essa miniatura lindíssima e sedutora que vai atender suas necessidades (para isto a Leica -não a Minox- tem a excelente V-LUX1 e seus pornográficos 10Mb com lentes de 14 elementos em 10 grupos, límpidas de fazer chorar), pois o fetiche de colecionável ou só adquirível supera a razão, em busca da emoção.

Pois o melhor, dos muuuitos press-releases que eu já lí por aí para o lançamento de um equipamento qualquer, é a definição de fábrica, do que vem á ser uma Leica M3 dessas: UM NOTEBOOK DIGITAL!

Nós brasileiros, quando pronunciamos ´notebook´, o fazemos com uma certa... hmmm, pompa e circunstância, quase como algo que nos diferencia da escumalha-padrão ou a.) por termos um ou b.) ao menos sabermos do que se trata uma néotraquitana informática dessas.

Notebook, caros mortaes, trata-se de C-A-D-E-R-N-O em inglês, isso mesmo! Livro de notas e, o que a MINOX conseguiu com esse fetiche, foi justamente alimentar os consumidores ( e aos fazedores de imagens ) com um gadget à altura (talvez num nível ainda mais elevado), onde menos é mais: Nada de tralhas adicionais, às quais, se existentes, voce as usaria uns 10%, se muito, lembre-se do seu PC e do desktop aí do dia-a-dia, entulhado com inutilidades às centenas...

Feellings about the digital tsunami eclodiong in the world beaches of photo, the factory at north of Frankfurt an near Bonn, announces one more time to the light scribers of the World the same subminiature camera, but now, whearing Pixel stuffs... Yes, only and poor 1.0 Mp, most cell phones are strongger, but a Leica... IS a Leica!

Of course, if the photographer wants refinement and wants a work tool, this seductive
subminiature DO NOT works. To fit this, Leica itself ( not Minox ) built the powerfull 10Mp V-LUX1 Camera equipped with pornographic 14 gang-bang elements in 10 Lenses Groups, you feel reazons to starts to cry about it. For instance, on Minox Gadget, the main reason is showed in capital letters on the motto of the miniature: A DIGITAL NOTEBOOK, indeed.OK, just to make silly justice on this: a NANO-SUB notebook... ;)


Nada de cartões Sandisk, sem Flash (OK: Eles tem um bem legal, das antigas, redondinho como nas Rolleiflex dos jornalistas que usavam chapéu com um cartão escrito PRESS enfiado no sutache...), foco em duas posições (Meio Perto e Bem Longe o que, convenhamos, não tem erro...), paralaxe dos Sete Infernos, onde só lá pela quinquagésima oitava foto voce aprende a ver o que está no visor pela mini-ótica, deslocada à extrema esquerda quase saltando fora do case em pouco mais de 3mm de diâmetro, menor que muitas fechaduras.

A(s) lente(s) equivale(m) ao bom e velho formato próximo ao do olho humano, descoberto pelos japoneses: 48mm; Abertura em f:2.8; Armazena 99 imagens em 24bits com 2048x1536 pixels e, o mais incrível: Quem ´lê´ a cena enquadrada não é um sensor de bits, mas sim um grupo único de 5 elementos óticos fixos, usinadas com vidro polido à boné: ArRÁh! UMA CÂMERA-CÂMERA DE VERDADE!

A minha veio equipada com mais-que-suficientes 4.0 Mp, permite mini-posters de 350mm de largura, coisa que nunca vou imprimir -acho- pelos próximos 50 anos. Para isto, tenho minha Canon AE-1 carregados com Ektachrome, macacos me mordam! (como é isso em inglês? Como fica uma mordida dessas, depois de feita pelos tais?)

The M3 camera comes with zero/nothing/niet/nada features: There are NO cards. NO lcd screen on back, but a two digi counter ( I wonderer: FOR WHAT someone wants to see what his gets... IF WAS HIM ITSELF WHOSE MADE IT THE CLICK? ). NO strap. NO leather case. NO flash. ( Ok, it has one, a vintage old pressman like, chromed parabollic Rolleiflex style, with, yes, nano hot shoe, but, come on... ); And you will need the first 30 or maybe 50 photos to find the correct position of the lenses, to compesate a little and delicious parallaxis, the difference that exists in the image that enter the lenses, compared with the almost pinhole visor at top left on the back of the camera. The lenses is simmilar to the human eye curvature (thanks to the japaneses of Canon), yes, is 48mm with f:2.8 aperture ! 99 (ninety-nine!) 24bits images in 2048x1536 pixels can be containnered inside it and the most uncroyable: ALL IMAGES ARE READ BY GLASS! Yes, it lenses have a solely group of 05 fixed elements, at least, a cemera-camera in real !

The little jewell of mine comes with ENOUGH 4.0Mp and run printed posters 350mm high later at the photo lab, but for this prints, I used my Canon AE-1 35mm "classic"



Assanhado que só vendo, armei-me de Paquímetro, Couro Camurça, Estilete com lâmina nova, Régua de aço e elaborei um case Classudo & Único, inspirado no da Canon AE-1, vestiu como uma luva, quem diria, eu, de seleiro! ...Tá legal: Ficou torto num das arestas, mas ainda ficou Classudão. Tem vaciladas em cola-de-contato, na base. Mas é Único, vai. Cortei meio ruim onde caberia o display do Counter View e botão ON. Mas, ó! Meu case ficou BEM bacana, EU JURO !

Essa mesma Minox DCC Digital Classic Camera Leica M3 já está sendo fabricada à 5.0Mp com telinha colorida de LCD atrás, prá mim, uma bobagem sem tamanho da era digital: É como curtir núpcias na Limousine, antes do Casório, mas com essa escumalha desesperada em satisfação imediata, deslumbrada quais bons e sempre irredutíveis caipiras... talvez valha o relativamente pouco e baixo investimento.

Coisa aí de uns R$600. Devo encomendar mais uma, em muito breve;
Serve como WebCam à 320x240@10fps, o dia que eu souber configurá-la;
L
evo-a até ao Cinema, mas acho que preciso me tocar duns tróços... ;)

Na sequência, algumas provas de visão da criança, sem passar pelo
Photoshop (
caberia uma esquentadinha nelas):
EU RICOMÊINDU !

Inspired a lot, happy as a child just before crush the beauty squared can package out, I take my Canon AE-1 Leather case, to serves as a model... Than,m with a paquimeter, take notes about every little dimension of this Litle Jewell... and, yes, like an authentic Leatherman, starts to cut nobuk soft leather to make my own case! FITS LIKE A GLOVE! Uh... OK, drops of glue slit out here and there. But looks Classy! And... well, i cut a piece out of line, here and there... But looks Noble! And... uh... The duo-digi counter, is almost covered by a lack of precisement there, in the hoke, but... C´MON, MY CASE IS COOL, I SWARE !... ;)

This same gadget exists also at 5.0Mp and, yes, with everywhere LCD backscreen, for me, the most sully and stupid thing on the universe of digital photography. People that I know, including myself, KNOWS what is going on, when a cemara is the main tooll in that optic moments... LCD´s was like make sex on the Limmo, after be married with a lovely gal... But in a Fast Foof society like this... Well, do not worry about it...

It costs about U$300; I will by another one for me, WITHOUT the LCD, Yup? Serves as a WebCam with 320x240@10fps, in the day that I wonderer how to configure it ( I will NEVER use this as a webcam...) I bring it EVERYWHERE, even at the Movie Theaters! (Ok, I need some hints about this odd behaviour).

On next shots, ( and in all others images taken here and in most photos at the BLOGSPOT´s links at right ) ýou will see what this diabolic seductive sexiest nano gadget can do, to an eye wich like to see the surrounded Worls of an ordinnary brazilian person like me.

HOPE YOU ENJOY IT!










COPYRIGHT: Christian Steagall-Condé

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